Oportunidade de Emprego

A Mídiaweb está a procura de três profissionais que atuem com webstandards para trabalhar em periodo integral na Agência.

Necessário conhecimento intermediário em XHTML/CSS.

Pré-requisitos:
– XHTML semântico;
– CSS (Cascating Style Sheets);
– Noções de Photoshop e/ou Fireworks;

Desejável:
– Ser aficcionado e apaixonado por Interfaces e principalmente webstandards;
– Capacidade de desenvolver trabalho em grupo;

Os candidatos serão submetidos a testes práticos

Currículos com pretensão salarial para curriculos@midiaweb.com.br

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5 Perguntas para 12 Designers

Demorou, mas saiu. Fiquei na esperança de conseguir respostas de mais pessoas, mas não deu. Não tem problema. Os que responderam agradeço bastante e espero que esta listinha sirva de ajuda para outros que estão metidos nessa profissão que eu pelo menos sou apaixonado. A seqüência das respostas é quase aleatória, na tentativa de ser o mais democrático possível.

  1. Qual aspecto do design você mais prioriza?
  2. Que técnica utiliza com freqüência?
  3. Qual o tipo de letra preferido em seus projetos?
  4. Que livro de design considera obrigatório?
  5. Que site ou revista você lê diariamente?

1. Qual aspecto do design você mais prioriza? voltar

As respostas se dividiram entre o aspecto comunicacional e a funcionalidade, com o Fred misturando os dois e falando em interação. Em todos deu para perceber que o foco no usuário é lei e que o deslumbramento tecnológico já cansou.

Dos que focaram em comunicação:

Simplicidade. Quando mais simples, menor a complicação, melhor usabilidade e acessibilidade. Diego Eis

Comunicação. Usar a comunicação certa para o receptor, que passe a mensagem certa do transmissor. Caetano Neto

Relevância. Design é o dress code de uma peça de comunicação. Se não estiver correto para o público, não vai agradar. Se não agradar, foi inútil. Pense no tiozão na balada: suas roupas podem ser boas, caras e na moda. Se não apelam para o conjunto de referências da galera, serão simplesmente ridículas. Luli Radfahrer

A interação entre as pessoas proporcionada pelo Design. Frederick Van Amstel

E os que focaram em funcionalidade, facilidade de uso e que usaram o bordão “equilíbrio entre forma e função” (o que não torna a sentença menos correta):

Usabilidade e Estética. Parece clichê, mas não dá muito para fugir disso quando se fala em Design. Já que seu conceito é o equilíbrio entre a beleza e funcionalidade, eu procuro sempre focar na beleza da interface sem agredir sua facilidade de uso. Rodrigo Muniz

O usuário (user centered design). Considerando que processo de design é o equilibrio entre forma e função, o objetivo final sempre é o usuário. Henrique Costa

Usabilidade. Para mim a estética, a organização das informações, o conteúdo, os recursos, todos têm que estar a favor da facilidade de uso do site por parte do usuário. Walmar Andrade

Design significa, antes de tudo, projeto. Algo que surge para suprir um objetivo claro. Portanto, design não é arte porque é forma visando função. Resumo da ópera: funcionalidade. Chico Neto

Acessibilidade e Usabilidade. Não tenho tantas habilidades com programas gráficos, mas sempre prezo pela facilidade de uso. Desde a faculdade estudo muito acessibilidade, fazendo testes com deficientes visuais inclusive. Design não é para poucos! Rafael Dourado, eu

Compatibilidade + Usabilidade. Marcelo Glacial

Design não é nada. Funcionalidade é tudo! Quando se trata de internet vejo como aspecto principal do design o êxito do usuário em encontrar o que ele procura, em alcançar o que deseja, enfim, o design tem que tornar possível o objetivo do site numa linguagem visual atraente. […] Tony Conde

A usabilidade como foco principal e busco usar o desenho como a melhor expressão artística do “foco” do trabalho. […] Thiago Bessa

2. Que técnica utiliza com freqüência? voltar

Esta pergunta não foi específica de propósito. Obtive respostas bem interessantes focando na concepção do projeto e outras no seu desenvolvimento de fato. Para os que participaram, não dá para trabalhar com internet e ser preconceituoso nem prepotente, nem viver sem Photoshop. Mas viver sem o IE até que era uma boa.

Primeiro os que focaram na concepção do projeto:

Mente aberta: nunca assumo que sei NADA sobre um cliente, seu público, tendência ou tecnologia. Assim posso perguntar feito uma criança e, em vez de rotular, me fascino. Luli Radfahrer

Me colocar no lugar do usuário quando estou pensando ou mesmo projetando algo novo. Walmar Andrade

Uso da semiótica. Isto está aqui porque refere-se àquilo. E na composição dos trabalhos, vetores. Chico Neto

Etnografia virtual (fóruns de discussão etc), entrevistas, prototipação, testes com usuários… Frederick Van Amstel

Uso com freqüência a técnica de não usar nenhuma técnica e conseguir executar o que vejo que é necessário ao público do site e que também esteja ao gosto do meu cliente! Auehuaeh. Gosto de coisas simples. Estilo os menus dos celulares da nokia! Tony Conde

Mesclagem de algumas delas. A semiótica como principal, mas usando elementos do gestalt, usar a percepção visual como “arma” para prender a atenção do usuário, mas buscando sempre a criação de coisas úteis. “DIGA NÃO AO LIXO NA INTERNET”. Thiago Bessa

Os mais concentrados na execução dos trabalhos:

Image replacement. Seguida de perto pelo global reset hehehe. Mas esse último não conta, já que é padrão. Marcelo Glacial

Na codificação HTML tenho o costume de logo depois de começar o body inserir sempre o link de pular a navegação e ir direto para o conteúdo, ajuda para quem usa leitor de tela. No CSS é a já velha conhecida técnica * {margin:0; padding:0;} para zerar margin e pading de todos elementos para ter homogeneidade nos diversos browsers. Rodrigo Muniz

Técnica? CSS + HTML + JavaScript não obstrusivo, com um pouquinho de técnicas de acessibilidade e uma pitada de SEOHenrique Costa

Aqueles scripts que transformam o IE6 num browser um pouco melhor como o de :hover e o de png transparente. Rafael Dourado

Particularmente não gosto de usar o global reset. Não me incomodo com as pequenas diferenças entre os navegadores e acredito que fazer design para web é aceitar que o produto final é fluido, podendo ser personalizado, ter o tamanho do texto alterado, áreas bloqueadas etc.

Finalizando com os Visuais, “adobemente” falando:

No Photoshop uso freqüentemente o Filtro ‘Extrac‘ e a ‘Quick Mask‘ para aquela seleções cabeludas, literalmente (em caso de tirar o fundo de uma imagem na parte onde há pêlos). Rodrigo Muniz

Colagem, vetor e edição de foto. Caetano Neto

Gradientes e DropShandows dão uma aparência bem interessante. Não pode abusar para não se tornar muito carregado. Devem ser usados com um certo cuidado. Diego Eis

Degradês e vetorizações. Rafael Dourado

3. Qual o tipo de letra preferido em seus projetos? voltar

Esta pergunta acabou gerando algumas dúvidas e alguns responderam somente em relação às fontes da web como Arial, Verdana e Georgia e outros que abriram mais para as fontes usadas na composição do layout. Minha intenção era mais para a segunda situação, mas ainda é válido saber quem prefere serifada ou sem serifa.

Título: Trebuchet MS. Textos: Verdana. Marcelo Glacial

A boa e velha Arial. Henrique Costa

Trebuchet MS. Frederick Van Amstel

Trebuchet MS e Verdana ou Trebuchet MS e Arial. Depende muito do comportamento que será atribuído ao texto. Tony Conde

Deu leitura, passou a idéia do site, é essa. Particularmente, estou numa fase mais de fontes com serifa… acho que só ver sites com fontes sem serifa, ajudou. Caetano Neto

Para texto, qualquer uma sem serifa que se encaixe no desenho do site, abusando bastante da Verdana e Tahoma. Para imagens, de acordo com o desenho. Thiago Bessa

Minha tipografia favorita é aquela que melhor dialogar com o projeto. Mas, pessoalmente, tenho apreço maior por famílias sem serifas com hastes robustas. Chico Neto

O que for relevante e adequado. Tem cliente com cara de Caslon, de Interstate, de Frutiger, de Bembo. Isso não tem nada a ver com a tipografia escolhida para o logo ou comunicação visual de um cliente, mas com o estado de espírito de seu público. Luli Radfarer

Arial nos textos, pois assim posso deixar o corpo do texto um pouco maior (Verdana grande é horrível). Em situações com uso de imagens vai depender do cliente, mas tenho uma maior afeição pela Frutiger e Helvetica. Rafael Dourado

Gosto muito de usar Verdana, Trebuchet MS e Lucida Grande para projetos que são realmente textos. Quando o texto vai em uma imagem ou os títulos serão imagem, gosto de usar HUMANIST. Normalmente uso letras sem serifa. Combinam mais com o ambiente de web. Entretanto, fica muito interessante o uso de letras com serifa. O site fica mais elegante. Mas deve ser usado com moderação e deve haver um cuidado extra ao combinar com letras sem serifa. Diego Eis

Na web costumava usar Verdana 10px ou 11px para parágrafos, mas com os monitores e resoluções cada vez maiores estou tentando me acostumar a usar Trebuchet MS 12px com line-height 140% para parágrafos e Georgia 28px para títulos, mas em algumas interfaces a Verdana ainda impera. Para impressos Georgia e Times New Roman ainda são imbatíveis e são figurinhas fáceis no meu CSS para impressão. Nos logotipos Helvetica e Tahoma caem bem. Rodrigo Muniz

Tipografia na web não importa muito, pois o usuário pode chavear os estilos. Walmar Andrade

Deixei a resposta do Walmar por último de propósito. Discordo dele, pois a quantidade de pessoas que chaveam os estilos é mínima, e por mais que ele tenha essa escolha não quer dizer que a primeira opção deva ser menos cuidadosa. Se entrar na conversa a composição do layout então nem se fala. Mestre Walmar, explique-se melhor. hehehe

4. Que livro de design considera obrigatório? voltar

Excelentes dicas aqui. Steve Krug esteve em quase todos, só confirmando a alcunha de obrigatório. Engraçado foi a quantidade de livros sobre tipografia. Acho que em pouco tempo algumas das respostas da pergunta anterior mudarão.

Designing Interactions, Bill Moggridge Frederick Van Amstel

Elementos do Estilo Tipográfico de Robert Bringhurst. Diego Eis e eu concordo

O do Hollis, para história; o do Frutiger para iconografia; o do Bringhurst para tipografia… Um monte. O meu eu não recomendo mais: está muito velho. Tampouco recomendo os do Dondis e da Santaella, que não entenderam que design é comunicação e escrevem em chinês. A revista HOW tem livros introdutórios de primeira também. Luli Radfahrer

Atualmente, Pensar com Tipos. Chico Neto

Introdução à Análise da Imagem (Martine Joly): Aprender as ferramentas de design qualquer um aprende até lendo o help. Mas estudar semiótica é um divisor de águas. O livro faz muitas leituras de imagem é muito interessante como primeira leitura sobre semiótica.
Design Visual 50 Anos (Alexandre Wollner): Conheci esse livro por indicação do Chico Neto. Alexandre Wollner é só o primeiro designer brasileiro e ainda em atividade. Sua história de confunde com o desenvolvimento da profissão no país e é uma aula de técnicas de design e postura profissional. Ah! E ele tem um mau humor divertidíssimo. Rafael Dourado

Sou leitor compulsivo de monitor ) Mas acho que livros como Webwriting: Redação e Informação para a Web do Bruno Rodrigues e Não me faça pensar do Steve Krug são obrigatórios para qualquer profissional de webdesign, mesmo o primeiro não sendo focado em design. Rodrigo Muniz

Não me faça pensar! O livro é sobre Usabilidade mas acredito que hoje as pessoas precisam inverter a forma com que aprendem a fazer “design”. Primeiro é preciso entender que problemas de design se resolvem com o equilibrio entre a estética e a facilidade de uso. Muitos investem muito em estética e nada em “utilização”. Este livro todos deveriam ler! Henrique Costa. Walmar Andrade assina embaixo

Putz… Livro é difícil. Esse do Wollner que o Dourado citou é muito bom. Tô lendo o Design para Internet do Felipe Memória, tô gostando. Caetano Neto

Design para internet – Projetando a experiência perfeita / Felipe Memória. Tony Conde

Os clássicos, Memória, Nielsen, Steven.. (olha a intimidade.. hehe..) mas sempre lendo algo… movimentando sempre a mente… buscando novas referências para não cair na mesmice. Thiago Bessa

Não leio nenhum. O passo 5 explica o porquê. ) Marcelo Glacial

Tá bom, Glacial. Deixei por último para imendar com a desculpa. hehehe

5. Que site ou revista você lê diariamente? voltar

Vale exportar o OPML do Netvibes? CSS Mania, CSS Remix, CSS Based, CSS Beauty, entre outra galerias. E os blogs específicos: Tableless, Revolução, Fator W, Bittbox, Shauninman e Mezzoblue. Marcelo Glacial

Tenho uns 50 feeds assinados e os leio todo santo dia. Conheço quem tem mais de 500, mas só passa a vista em todos e lê o que interessa. Eu tenho esses 50 e tento ler todos sem exceção quase todo dia. Mas recomendo os sites de todos os que responderam a esta pesquisa. D Rafael Dourado

Google Reader vale? ) Revistas eu só dou uma olhada na Web Design, MTV e na Super Interessante quando vou na livraria rapidinho… É bem difícil um site de artigos e notícias que eu entre diariamente,
acho que só no Digg.com. Mas tenho outras dicas de sites que acompanho os feeds: Fator W do ex-gerente e amigo Walmar está cada dia melhor, A List Apart, A List Apart Brasil, Smashing Magazine, Ivo Gomes, Tá difícil, Tutoriais Photoshop
Para inspiração eles nunca falham: Web Creme, Open Web Design, CSS Mania e Logopond. Um boa busca no del.icio.us também resolve muita coisa. Rodrigo Muniz

Ai, pega a lista ali na home do meu Blog, deu preguiça D Luli Radfahrer

Bartelme Design, The Art of Adam Betts, e tem um monte de outros aqui. Diego Eis

Tenho muitos blogs agregados no meu Bloglines Fredrick Van Amstel

São tantos… Nos meus feeds têm inúmeros sites. Nunca tive a curiosidade de ver ao certo quantos são. Nem tem como ver agora também, não estou no meu pc! Mas acho que tudo começa pelo http://www.google.com.br rs Tony Conde

Mais de 2 centenas de blogs e alguns livros que sempre estão por perto… Henrique Costa

Nossa, assino uns 200 feeds e leio todos diariamente logo pela manhã. Entre os nacionais, o que acho mais interessante é o de Silvio Meira. Walmar Andrade

Tenho acompanhado mais blogs ultimamente. Embora acredite que não seja o mais visitado aqui, vou colocar o Uailab. Caetano Neto

Além dos blogs mestres, bomabessa ) , netlus, teoriaglacial e assino a revista web design. Ela é bem interessante, quando não atrasa 1 mês pra chegar é uma leitura boa e atual (a leitura, por que o site…). Thiago Bessa

Além do Netlus…?! Chico Neto

SIM, CHICO! ALÉM DO NETLUS!

Bom. Espero que tenha sido útil de alguma forma. Para mim foi. D

Autor: Rafael Dourado
Fonte: http://www.netlus.com.br/5-perguntas-para-12-designers/

15 erros que você deve evitar em um site

Introdução

Você já acessou um site e teve a sensação de que alguma coisa muito errada tinha sido feita ali? Ruim essa sensação, não é mesmo? Se você quer evitar que os visitantes do seu site tenham essa mesma impressão, fique de olho em alguns detalhes que podem derrubar seu projeto:

1 – Conteúdo importante em janelas pop-up

Hoje em dia mesmo os usuários menos experientes já têm bloqueadores de pop-up ativados nos navegadores. Se o conteúdo for realmente importante, não tente inventar moda: coloque-o numa página normal e garanta que ele será visto por todos os visitantes.

2 – Animações de abertura

Quando o usuário acessa um site, ele procura informação. Para ele, pouco importa se você aprendeu técnicas super legais no seu curso de Flash, ele quer acessar o site sem esperar. Por isso, evite as chamadas splash screens a todo custo. Mas se você não tiver mesmo outra saída – ou quando seu cliente insistir muito e não abrir mão da abertura – não esqueça de colocar um link de “pular animação” (que funcione!).

3 – Música no site

Em alguns tipos de sites, especialmente naqueles voltados para o público mais jovem, a música é uma ferramenta interessante. Porém, se não for bem projetado, esse recurso pode, na verdade, criar uma má impressão no usuário. Imagine se ele estiver escutando música? Ou se a caixa de som estiver ligada com o volume muito alto? Aqui vale novamente a dica: se não tiver outro jeito e a música for necessária, não esqueça de incluir os controles de volume, pause e stop.

4 – Site sem contato

Seu site não deve ser uma ilha isolada do resto da humanidade. Se você tem o que dizer na internet, deve dar às pessoas a chance de contatá-lo para criticar, elogiar ou acrescentar algo às suas idéias. Coloque um formulário e/ou um endereço de e-mail para o usuário entrar em contato. Já publiquei aqui no InfoWester uma coluna falando sobre como disponibilizar seu e-mail de forma eficiente no site.

5 – Desabilitar o teclado

Se você não quer que seu conteúdo corra o risco de ser roubado, não publique-o na internet. Utilizar códigos em JavaScript que bloqueiam o teclado ou o clique do mouse não impede a ação de usuários mal intencionados, e ainda atrapalha a navegação do visitante comum, que nada tem a ver com suas preocupações.

6 – Imagens mal tratadas

Antes de publicar imagens e fotos, trate-as num editor de imagens da maneira apropriada. Se for publicar uma galeria de fotos, por exemplo, gere os arquivos das miniaturas no tamanho apropriado. Não exiba imagens com tamanho diferente do original, ou seja, se a sua imagem tem 100×100 pixels, e você quer exibí-la com 50 pixels de largura, gere um novo arquivo com as dimensões corretas. Imagens “estouradas” (como a do logotipo do InfoWester ao lado) deixam a página feia e são mais demoradas para carregar, pois o navegador precisa processar o novo tamanho. Imagens com alta resolução também deixam a página pesada para carregar, o que pode fazer seu visitante desistir e ir para outro site.

7- Site que não funciona em qualquer navegador

Outro assunto que já tem sido tratado aqui desde a minha primeira coluna. É você que precisa se adequar ao computador do usuário, e não o contrário. Quem utiliza outros navegadores que não o Internet Explorer sabe bem como é frustrante acessar um site e não conseguir visualizar seu conteúdo ou todos os seus recursos porque foram projetados só para um navegador. Poucas pessoas têm a paciência de abrir outro browser para continuar navegando no site, ou pior ainda: muitos nem têm outro navegador instalado.

8 – Não testar seus links

Você já clicou num link que levou a uma página de erro? Já preencheu um formulário e ficou sem saber se ele foi enviado ou não? Chato isso… Não deixe que seu usuário tenha o mesmo problema: teste todas as suas páginas, especialmente depois de publicar o site no servidor. Leia mais no artigo Desenvolvimento do site: backup, testes e feedback.

9 – Erros de português

De novo, mais um item que eu venho citando desde o começo, mas não custa repetir. Se você quer que seu site seja levado a sério, disponibilize seu conteúdo num português correto, sem erros de gramática ou digitação. É claro que um erro ou outro pode escapar, afinal, errar é humano, mas se esforce para evitá-los.

10 – Disponibilizar um conteúdo que dependa de plugins

Hoje em dia a grande maioria dos usuários possui todos os plugins mais comuns instalados em seus computadores. Porém, não deixe que seu conteúdo dependa exclusivamente da exibição desses recursos. O visitante pode estar num computador mais antigo, ou ainda em algum computador onde não possa instalar nenhum plugin, e assim o acesso ao seu conteúdo fica comprometido. Sempre que possível, ofereça uma versão em HTML “normal” da sua página.

11 – Falta de atualização

Não deixe que seu visitante se sinta numa cidade fantasma do velho-oeste. Se você publica notícias no site, mantenha a atualização constante. Se o seu conteúdo é sempre o mesmo e não tem muito o que atualizar, dê sempre uma modificada nos detalhes do layout, adicione fotos novas, enfim, deixei seu site movimentado.

12 – Falta de cuidado com a tag <title>

Se você usa editores visuais, tome cuidado para não publicar uma página com títulos como Sem Título, Documento Sem Título ou untitled.html. É feio, dá a impressão de relaxo e descuido, e ainda prejudica seu site nos mecanismos de busca.

13 – Conteúdo sem referência

Quando publicar conteúdo de outro site, não esqueça de dar os devidos créditos ao autor, linkando a origem da informação, se possível. Notícias sem créditos passam uma péssima impressão, e você ainda pode acabar arrumando problemas com o verdadeiro autor da informação.

14 – Navegação complicada

Vivemos em um mundo agitado, onde as pessoas têm pressa. Elas querem que sua página carregue rapidamente, forneça as informações que elas procuram de forma quase instantânea e, caso precisem navegar, não querem se sentir perdidas com um menu “alternativo”. Às vezes apostar no tradicional é a melhor forma de acertar, por isso projete os menus de seu site de forma óbvia e objetiva.

15 – Esta página está em construção

Se você ainda não desenvolveu seu site completamente, não publique páginas “em construção” ou “breve”. GIFs animados então são o fim da picada! Se o conteúdo ainda não está disponível, simplesmente não coloque o link para ele.

Finalizando

A grande dica aqui é conhecer seu público e adequar seu site a ele. Músicas, vídeos e animações, tudo isso pode fazer toda a diferença, mas quando bem aplicado. Entender o seu público alvo, descobrir o que ele espera do seu site e equilibrar seu conteúdo com a aplicação consciente dos recursos que tem em mãos é uma combinação que pode ser a chave do sucesso de seu projeto.

Fonte: http://www.infowester.com/

Autor(a): Erika Sarti, em 16/04/2007.

Erika Sarti é web designer e trabalha como free-lancer desde 2000. É a responsável pelo novo layout do InfoWester, basicamente feito com tableless, um de seus assuntos preferidos. Seu portfólio está em http://www.erikasarti.net.

Nó cego eu?

É, nem eu acreditei no que aconteceu hoje, fui barrado em um site, serio mesmo, vo contar como aconteceu.

Estava eu lendo um artigo no http://www.codigolaranja.com.br e quando terminei de ler fui ate o rodapé do site e vi um botão com a seguinte frase “Mantedor: Embria Technologies”, resolvi clicar por curiosidade(semre faço isso :D) e logo é aberta uma página que podemos ver abaixo:

Image Hosted by ImageShack.us

Achei muito estranho um empresa de tecnologia selecionar os seus clientes pelo navegador que usam.

Mas vamos criar um exemplo aqui, caso eu fosse uma empresa onde só se usa Software Livre? eu não teria o IE nas minhas máquinas né, conseqüentemente não poderia ser um cliente do site mostrado acima. Não estou afirmando nada, é o site da empresa que esta me dizendo que não posso acessar o pq uso o Firefox(com muito orgulho).

Galera, vamos fazer uma pesquisa rápida aqui, vocês concordam com a atitude da empresa? so precisa responder “Sim” ou “Não” e o pequena justificativa.

[]’s

DIFERENÇAS ENTRE VISIBILITY:HIDDEN E DISPLAY:NONE

De acordo com as especificações do W3C, Visibility:hidden e Display:none tem “aparentemente” a mesma função, “esconder” objetos em uma página, mas com uma única diferença, quando utilizamos visibility:hidden em uma div por exemplo, ela ficará oculta em nossa página, mas o espaço por ela ocupado ainda ficará alí na página, ao contrário de display:none, quando usado além de esconder o objeto, ele some com o espaço ocupado pela mesma também.

Ficou meio confuso? Vamos ver um exemplo:

Usaremos como exemplo o seguinte código CSS:

div {
    border:1px solid #000;
}
.visibility {
    visibility:hidden;
}
.display {
    display:none;
}

E utilizar-mos o seguinte HTML:

1 : Caracterizada como uma div normal
2 : Essa div utiliza visibility:hidden
3 : Caracterizada como uma div normal
4 : Essa div utiliza display:none
5 : Caracterizada como uma div normal

Agora, vejam um exemplo em funcionamento, se notarem, a div de nº 2, que utiliza visibility:hidden não aparece, mas seu espaço ocupado continua alí, e a div de nº 4, que utiliza display:none, também não aparece, e nem seu espaço ocupado. Vocês sabiam disso? Eu não, acabei descobrindo isso aqui.

Autor: Pedro Rogério
Fonte: http://www.pinceladasdaweb.com.br/

O que são web standards?

Web standards são padrões para a construção de sites determinados pelo W3C, órgão dirigido pelo próprio criador da web, Tim Berners Lee, e apoiado pelas maiores empresas de tecnologia da informação e comunicação do mundo, incluindo IBM, Microsoft, Google, HP, America Online, Apple, Adobe-Macromedia, Sun Microsystem, Mozilla Foundation e outras.

Os padrões determinam que o HTML seja usado com a finalidade para a qual foi criado, ou seja, documentos que utilizem a linguagem de marcação para hipertexto. Isso significa que o documento HTML só deve ter conteúdo, e não apresentação visual. Um título deve ser marcado com a tag de título [h1]. Uma sigla deve levar a tag [acronym]. Um parágrafo deve ser escrito entre as tags [p], e assim por diante. As tabelas, que são amplamente utilizadas para estruturar os sites, só devem ser usadas para aquilo que foram criadas: exibir dados tabulados.

Isso quer dizer que a web vai se tornar somente páginas de texto preto em um fundo branco com links azuis sublinhados? Não. A apresentação visual será toda formatada através de CSS. Dessa forma, o usuário que acessar o conteúdo através de um computador comum conectado à internet poderá ter acesso a um site visualmente agradável que segue os padrões internacionais de qualidade.

Veja as principais vantagens de se adotar essa metodologia, que deveria ser uma obrigação profissional de todo desenvolvedor e toda produtora web.

Sites mais baratos
O uso de web standards permite que as fases de design e programação ocorram em paralelo, reduzindo o tempo de produção. A manutenção do projeto também fica mais simples. Não é preciso comprar licenças de softwares para estruturar os documentos HTML e CSS. O site fica mais leve, consumindo menos banda do servidor. Tudo isso resulta em um fator muito importante: redução de custos.

Melhor visibilidade em buscadores
Quando um HTML é estruturado da maneira correta, com as tags sendo utilizadas para as funções que foram criadas, a indexação em mecanismos de busca inteligentes, como o Google, é muito mais bem realizada. Por exemplo, o Google sabe que algo escrito entre tags [h1] é um título importante e têm relevância maior em uma busca com determinada palavra-chave. Isso não acontece se o título fosse marcado com [font size=”5″ color=”#FF6600″][strong].

Sites mais velozes
Como o arquivo de apresentação visual só precisa ser baixado uma vez e o HTML é estruturado da forma correta, as páginas ficam muito mais leves, carregando rapidamente e permitindo que o usuário tenha uma experiência de navegação otimizada. Além disso, economiza-se muito (em alguns casos, até 75%) em banda que antes era desperdiçada para transportar códigos inúteis.

Acessibilidade
Usar web standards por si só já é um grande passo no quesito acessibilidade. Não será necessário criar versões específicas de um projeto para portadores de deficiência. Além disso, o projeto poderá ser visto em qualquer navegador, com algumas diferenças de renderização. O dispositivo também se torna indiferente. Um site que segue os padrões pode ser acessado pelo computador, PDA, telefone celular, leitores de tela e qualquer outro tipo de dispositivo que exista ou venha a ser criado para navegar na web como ela é estruturada hoje.

Redesign otimizado
Como as informações de apresentação ficam separadas das de conteúdo e ficam todas concentradas em um só arquivo CSS, é muito mais fácil fazer qualquer alteração no design. Desde mudar a cor dos títulos até trocar o posicionamento de áreas de todo o site.

Continuidade
A metodologia permite que qualquer desenvolvedor possa dar continuidade ou modificar um projeto iniciado por outra pessoa. Evita-se que apenas um membro da equipe domine o desenvolvimento, deixando o projeto mais flexível.

Fonte: http://fatorw.com/

Usabilidade, Faça jus ao seu projeto

Salve, salve!!

Peço permissão aos moderadores para falar um pouco sobre usabilidade na web. Nosso maior intuito neste ambiente é compartilhar idéias, conhecimentos, experiências entre outros… contudo vaí aí algumas informações que podem ser úteis para nós desenvolvedores (seja ele iniciante, intermediário ou avançado). O objetivo é mudar comportamentos e fazer com que a usabilidade faça parte de seus futuros websites.
Como webdesign, quero poder oferecer um melhor serviço aos usuários, por isso espero que você também se sinta pronto para agir em seu projeto de design. As maneiras que podem ser tomadas para tornar a vida dos usuários mais felizes são várias. Você poderá utilizar métodos e técnicas de usabilidade, pois muitos são extremamente fáceis de aprender. Além de obter melhorias no seu site estará contribuindo para que os usuários voltem a visitá-lo.
Infelizmente a maioria dos webdesigners ignoram totalmente a usabilidade e criam designs para seu bel prazer ( ou pior, para o prazer do chefe) ao invés de satisfazer as necessidades do usuário.

Que vença a simplicidade!!

POR QUE A USABILIDADE NA WEB?

A usabilidade assumiu uma importância muito maior na economia da Internet.
No desenvolvimento de produto físico tradicional, os clientes só experimentavam a usabilidade quando já tinham comprado e pago. Digamos, por exemplo, que você compre um vídeo cassete e descubra que é difícil acertar a hora, além de não conseguir como programar a gravação de seus programas favoritos. Azar o seu – o fabricante ri enquanto sua conta bancária cresce.

A web não funciona assim. Ela inverte esse quadro. Atualmente, os usuários experimentam a usabilidade de um site antes de se comprometeram a usá-lo e antes de gastarem dinheiro em possíveis aquisições. Vejam como é simples a equação:

:: No projeto de produto e de software, os clientes pagam primeiro e experimentam a usabilidade depois.
:: Na web, os usuários experimentam a usabilidade primeiro e pagam depois.

Fica bem claro por que a usabilidade é mais importante para o webdesign.

CSS E A USABILIDADE

É impossível falar de usabilidade e não falar de CSS. As folhas de estilo em cascata são apenas uma das maiores esperanças de recapturar o ideal da web de separar apresentação e conteúdo. A web é o máximo em termos de sistema multiplataformas e seu conteúdo será apresentado em uma variedade tão grande de dispositivos que as paginas devem especificar o significado das informações e deixar os detalhes da apresentação a uma intercalação (ou “cascata”) de folhas de estilo especificadas pelo site e às preferências do usuário.

Em suma, CSS e usabilidade resulta em simplicidade, a qual deve ser a meta do design da página. Com exceção de nós (desenvolvedores) os usuários raramente encontram-se em um site para desfrutar do design; em vez disso, preferem concentrar sua atenção no conteúdo. É também importante garantir que as páginas sejam perfeitamente visualizadas em uma série de plataformas e que possam ser acessados por pessoas que usam tecnologia antiga.
Garanta que todas as páginas funcionem em browsers e versões de dois anos de idade de todos os plug-ins e outros softwares.

NO FRAMES (ou não use quadros)

A primeira recomendação com respeito a quadros é:
Quadros: diga não.
As pessoas que realmente sabem o que estão fazendo podem às vezes usar quadros para obter um bom efeito, embora até mesmo os designers experientes sejam aconselhados a usar quadros o mínimo possível.
Se insistir no uso de quadros apesar de meu conselho para que faça o oposto, pelo menos forneça uma versão sem quadros para os vários usuários que preferem evitar quadros. Em particular, o conteúdo alternativo pode ser fornecido em uma seção <NOFRAMES> que será exibida aos usuários que desativaram as quadros ou que usam um browser que não ofereça um suporte a quadros.
A versão 2.0 do Netscape foi o primeiro browser a oferecer suporte aos quadros, mas o fez de uma forma terrível, introduzindo um dos piores problemas de usabilidade encontrado na web até agora: o botão Voltar no browser simplesmente não funcionava com os sites com quadros.

Portanto, quebrar o botão Voltar é nada mais nada menos que uma catástrofe em termos de usabilidade.
Felizmente, quase ninguém mais usa o Netscape 2.0; foi um verdadeiro desastre.

O DESIGN DO CONTEÚDO: Mantenha os textos breves

Uma pesquisa mostrou que ler da tela do computador é cerca de 25% mais lento do que ler do papel. Mesmo os usuários que desconhecem essas pesquisas sobre fatores humanos geralmente dizem que sentem desconforto ao lerem texto on-line. Como resultado as pessoas não querem ler muito texto das telas de computador. Portanto, deve-se escrever 50% menos texto – não apenas 25% menos – pois não se trata apenas de velocidade de leitura, mas de uma questão de conforto. Sabemos também que os usuários não gostam de rolar a tela: mas uma razão para manter a brevidade das páginas.
Já que é tão custoso ler texto em telas do computador e já que a experiência on-line parece fomentar uma certa dose de impaciência, os usuários tendem a não ler totalmente fluxos de texto. Invés disso, passam os olhos pelo texto e escolhem palavras-chave, sentenças e parágrafos de interesse enquanto pulam as partes de texto que menos lhe interessam.

Com relação aos títulos de página, em HTML, cada página tem um título especificado na seção de cabeçalho. É importante especificar bons títulos de página, pois os títulos são muitas vezes usados como a principal referencia às páginas. Os títulos de páginas também são usados em muitos menus de navegação como listas de Boockmarks e listas de históricos.

Concluindo, o conteúdo é o foco de atenção do usuário da web. É a razão dos usuários se conectarem e é a primeira coisa que olham quando carregam uma página. O conteúdo de qualidade é um dos dois determinantes mais importantes da usabilidade da web o outro é se os usuários podem achar a página que desejam.

ANIMAÇÃO

As imagens em movimento têm um efeito indiscutível na visão periférica humana. Alguns usuários dizem que acham as animações legais ou indicam que houve muito trabalho de design de site. As animações podem, portanto, ter uma função semelhante às colunas de mármore nos bancos: demonstrar visivelmente o status e a afluência. No entanto, a maioria dos usuários diz que ficam irritados com as animações. Em particular, quase todos os usuários detestam textos em movimento e marquees.
Segundo Jakob Nielsen, a animação é boa para sete finalidades, são elas:
:: Mostrar continuidade nas transições
:: Indicar dimensionalidade nas transições
:: Ilustrar a mudança no tempo
:: Multiplexar o monitor
:: Enriquecer as apresentações gráficas
:: Visualizar estruturas tridimensionais
:: Chamar atenção.

No caso de “chamar atenção” o texto deve ser desenhado por uma animação não-repetível (por exemplo, um texto que desliza da direita para a esquerda, aumentando a partir do primeiro caractere ou crescendo suavemente) e nunca por uma animação continua, pois é muito mais difícil ler texto em movimento do que texto estático. O usuário deve ser atraído ao texto novo pela animação inicial e depois deve se deixá-lo em paz para ler o texto sem outras distrações.

Vá com calma com as animações em seu projeto, pois o feitiço da animação virar contra o feiticeiro.

A WebTV

O futuro está ai e não podemos esquecer disso. A web provocou a introdução de um dos primeiros aparelhos de informação na forma da WebTV em 1996. Antes, a WebTV não era um grande produto sendo de certa forma uma decepção em termos de venda. Na verdade, a WebTV é um produto irado em termos de usabilidade e design. Nos dias atuais com a chagada das telonas em plasma pode se dizer que a qualidade está cada vez mais agradável, e ficar sentado interagindo com a Internet é mais empolgante.

Ao criar para a WebTV para que respeitem os usuários é preciso seguir as seguintes diretrizes:
:: Não utilizar imagens grandes (mais de 544 pixels de largura ou 376 pixels de altura) a menos que ainda funcionem após o redimensionamento automático da WebTV para a área de viso disponível;
:: Reserve o uso de imagemaps para os casos absolutamente necessários;
:: Não inclua texto nas imagens pois os caracteres serão de difícil leitura na tela;
:: Não use um layout com várias colunas, se seu design exigir colunas, use no máximo duas colunas e garanta que funcionem em uma tela de 544 pixels de largura;
:: Divida as informações em um espaço de hipertexto rico com um número maior de nós menores;
:: Se possível faça com que cada unidade seja suficientemente pequena para que caiba em uma única tela da WebTV a fim de eliminar a rolagem;
:: Brevidade: escreva menos texto.

ACESSIBILIDADE PARA USUÁRIOS PORTADORES DE DEFICIÊNCIA

A legislação americana para portadores de deficiências e as leis e regulamentações semelhantes em outros paises muitas vezes exigem acesso igual a sistemas de computadores para os usuários portadores de deficiências. Em particular, haverá freqüentemente uma obrigação legal para facilitar o uso da intranet e Internet por funcionários e usuários deficientes que talvez não sejam capazes de realizar suas tarefas caso não possam acessar os websites da empresa.

Tornar a web mais acessível a usuários com varias deficiências resume-se, até certo ponto, a usar o HTML da forma pretendida: para codificar significado em vez de aparência. Desde que a página seja codificada para o significado, é possível que os browsers alternativos apresentem esse significado de formas otimizadas às capacidades de usuários individuais e, assim facilitem o uso da web por usuários deficientes.

Deficiências visuais
Os problemas de acessibilidade mais sérios, dado o atual estado da web, relacionam-se a usuários cegos e usuários com outras deficiências visuais, posto que a maioria das paginas da web é altamente visual.
Para aumentar a acessibilidade, garanta sempre um auto contraste entre as cores de primeiro e segundo plano e evite padrões de fundo confusos que interfiram na leitura. Qualquer coisa que reduza a legibilidade de seus textos é suficientemente irritante para os usuários com visão perfeita que definitivamente não gostam de ser retardados quando estão na web, mas fundos com texturas ou cores sutis podem ser a gota d´agua que faz com que sua página fique abaixo do limite de legibilidade para um usuário com visão parcial.

Para os desenvolvedores é importante lembrar que, para facilitar os usuários cegos ao passar os olhos no conteúdo, é recomendável enfatizar a estrutura da página através de marcações adequadas de HTML: use <H1> para o cabeçalho de nível superior, <H2> para as principais partes das informações dentro de <H1>, e <H3> e níveis inferiores para divisões ainda mais sutis de informação.

Assim, o usuário cego pode ter uma panorâmica da estrutura de uma página quando <H1> e <H2> forem lidos em voz alta e pode rapidamente pular uma seção desinteressante ao instruir uma leitura de tela a pular para o próximo cabeçalho de nível inferior.

Alem de tornar o texto legível, você também deve oferecer um método alternativo para “exibir” as imagens a pessoas vê-las. A principal solução a esse problema a essa altura é usar o atributo ALT.
Os usuários que não podem ver a foto verão ou ouvirão o texto alternativo “Nome da foto”.

Deficiências auditivas
É rara a situação em que o som é necessário para a compreensão; na maioria das vezes os efeitos sonoros na web são gratuitos – um dos poucos benefícios de design ruim, creio. A usabilidade de um site quase sempre continua a mesma quando o som é desativado, mas com a tendência crescente da multimídia, esse não continuara sendo o caso.

Independente da gratuidade do som ou de sua exigência pela multimídia, crie seu site tendo em mente um público com deficiências auditivas.

Deficiências de fala
No momento, não importa se o usuário da web é capaz de falar já que toda a entrada do computador é feita com um mouse e um teclado. É provável que as várias formas de interfaces com o usuário ativadas por voz fiquem mais populares no futuro para casos em que o uso do teclado seja incomodo ou apenas para oferecer suporte a usuários que prefiram falar os comando em vez de digitá-los.

Será muito mais problemático quando passarmos para interfaces nas quais a fala é a principal ou a única modalidade de entrada. Espero que a maioria dos sistemas de bate-papo logo se torne baseada na fala, já que esta é a forma natural de conversa para a maioria das pessoas.

Qualquer sistema de bate-papo que dependa da fala deve manter a possibilidade de participação de usuários não-falantes através de texto digitado.

Deficiências motoras
Muitos usuários têm dificuldade com movimentos detalhados do mouse e pode também ter problemas em pressionar várias teclas simultaneamente. A maioria dessas questões deve ser tratada por um melhor design de bowser e não deve preocupar os designers de conteúdo, exceto no que tange ao conselho de não criar imagesmaps que exijam o posicionamento extremamente preciso do mouse. Imagine que você tenha de deslocar seu mouse com os pés: leva muito tempo para chegar a um alvo pequeno.

Quaisquer applets que usem dispositivos de interação além do HTML padrão devem ser implementados a fim de permitir a operação sem o mouse. Esses recursos são incluídos como padrão tanto no Java quanto no ActiveX; portanto, é uma mera questão de implementar o código corretamente de acordo com as diretrizes oficiais da Sun Microsistems, Microsoft e outros fornecedores de ferramentas de software.

Deficiências cognitivas
Nos primeiros anos, a web era acessada era apenas por pessoas apenas muito inteligentes que eram pioneiras na tecnologia avançada. Mas, com a crescente popularidade da web, haverá mais usuários medianos e também usuários de inteligência abaixo da média. Para satisfazer esses usuários, será importante aumentar a usabilidade e garantir que o conteúdo seja compreensível em nível de leitura primária.

Uma forma simples de verificar muitos problemas de acessibilidade é acessar seu website em um browser apenas de texto como o Lynx. Se o site parecer bom e funcionar bem nesse browser, provavelmente será razoavelmente acessível para muitos usuários com deficiências.

Por último seria melhor realizar testes de usabilidade com uma série de usuários com várias deficiências, mas já que há tantos tipos diferentes de deficiências para atender, esse não é um conselho muito pragmático, exceto no caso de sites que atendam especificamente a usuários deficientes.

Fonte: Informações extraídas do livro “Projetando Web Sites de Jakob Nielsen”

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Texto original: http://forum.ievolution.com.br

Fonte: Informações extraídas do livro “Projetando Web Sites de Jakob Nielsen”