Instalando Automatix2 com apt-get

Instalando Automatix2 no (K,X)Ubuntu 7.10 AMD64, i386 (Gutsy) e breve passos.

  1. Passo
    echo "deb http://www.getautomatix.com/apt gutsy main" | sudo tee -a /etc/apt/sources.list
  2. Passo
    wget http://www.getautomatix.com/keys/automatix2.key
  3. Passo
    gpg --import automatix2.key
  4. Passo
    gpg --export --armor E23C5FC3 | sudo apt-key add -
  5. Passo
    sudo apt-get update
  6. Passo
    sudo apt-get install automatix2

Fonte: http://www.getautomatix.com/

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Instalando Pidgin Ubuntu Feisty

Para aqueles que como eu gosta de manter os software sempre atualizados, segue um esquema bem simples de instalação do Pidgin 2.0.2-1 no ubuntu Feisty.

  1. Baixar arquivos;
    pidgin_2.0.2-1-getdeb1_i386.deb
    pidgin-data_2.0.2-1-getdeb1_all.deb
  2. Instalar dependências;
    sudo aptitude install libavahi-compat-howl0 libmeanwhile
  3. Instalar arquivos baixados
    sudo dpkg -i pidgin_2.0.2-1~getdeb1_i386.deb pidgin-data_2.0.2-1~getdeb1_all.deb

Basta ir em “Internet > Mensageiro da Internet Pidgin”

Fonte: http://begnu.wordpress.com

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Fonte: http://www.madman2k.net/comments/69

Conhecendo a estrutura de diretorios do GNU/Linux

Carnaval chegando… vai começar a folia… e eu, antes de curtir minhas merecidas férias (estou enganando quem? vou viajar carregado de manuais para a prova da LPI), deixarei um artigo sobre a estrutura de diretórios do Linux. É um assunto chato para a maioria das pessoas… afinal, quem quer saber sobre diretórios? A grande jogada é só instalar e usar certo? Mas o Linux tem suas diferenças e temos que respeita-las. Dê um crédito para o pingüim, não custa nada aprender um pouco mais sobre esse belo sistema operacional :-).

Bom, esse artigo é voltado para o leitor que está migrando ou começou agora a utilizar o Linux e ainda está perdido no meio de uma centena de diretórios, e como acontece em quase todos os meus artigos, eu adiciono uma leve pitada de linguagem técnica.
Antes de começar-mos, eu gostaria de esclarecer que o conceito é basicamente o mesmo, muda-se alguns nomes mas a idéia de diretório é a mesma em vários sistemas operacionais.

Introdução:

O sistema de arquivos (File System, em inglês) é uma estrutura composta de Arquivos e Diretórios. O sistema de arquivo, pelo menos teoricamente, é infinito. O limite é imposto somente pelo tamanho do disco rígido. O Linux utiliza um sistema hierárquico onde cada tipo de dados tem seu lugarzinho específico para ser guardado. Essa hierarquia é conhecida como “estrutura de árvore invertida” (aposto uma cerveja como muitos não sabiam dessa!), e o topo é chamado de diretório raiz, que é representado por “/”.

Essa conversa poderia se estender a: “tipos de arquivos” e então teríamos “arquivos simples”, “arquivos-diretório”, “arquivos especiais”. É um assunto tão infinito quanto a teoria da própria estrutura.

Até aí tudo bem?

Habitua-se!

Quem cai de paraquedas no mundo do Linux fica em choque se perguntando se existe alguma coisa parecida com o Windows. No Windows, os arquivos do sistema ficam no diretório “Windows” e os programas em “Arquivos de Programas”. O Linux lida com isso ao contrário, no diretório raiz só existe as pastas do sistema e os seus arquivos pessoais são guardados dentro do diretório home, que é criada para cada usuário.

Dentro do Linux as partições, pendrivers, cdrom não aparecem como: C:\ , D:\ , E:\… Tudo faz parte do diretório raiz, ou seja, para o sistema todo mundo é diretório independente do dispositivo.

Uma descrição básica dos diretórios:

“Trecho retirado do meu livro: Ubuntu, Guia Pratico para Iniciantes que será lançado este mês”

Vamos conhece-los de acordo com a FHS (Filesystem Hierarchy Standard):

Todos os diretórios abaixo então dentro do diretório raiz, ou seja, “/”.

/bin : Arquivos e programas do sistema que são usados com freqüência pelos usuários.

/boot : Arquivos necessários para a inicialização do sistema.

/cdrom : Ponto de montagem da unidade de CD-ROM.

/dev : Arquivos usados para acessar dispositivos do computador.

/etc : Arquivos de configuração do computador.

/floppy : Ponto de montagem de unidade de disquetes

/home : Diretório que contém os arquivos de cada usuário.

/lib : Bibliotecas do sistema.

/lost+found : Local de arquivos e/ou diretórios recuperados pelo sistema.

/mnt : Ponto de montagem temporário.

/proc : Sistema de arquivos do Kernel.

/root : Diretório do usuário root, o administrador do sistema.

/opt : Local para aplicativos opcionais serem instalados.

/media : Ponto de montagem de mídia removível, câmeras digitais, pendrives

/sbin : Diretório de programas usados pelo superusuário (root) para administração e controle do funcionamento do sistema.

/tmp : Arquivos temporários criados por programas.

/usr : Diretório dos aplicativos. A maioria estará instalada neste diretório. Curiosidade: usr não quer dizer “User” e sim “Unix System Resources”.

/var : Diretório contém arquivos que são gravados com freqüência pelos aplicativos do sistema, como: e-mails, cache, spool de impressora.

Essa estrutura que mostrei acima, é considerada padrão. Encontrará a mesma se estiver utilizando a distribuição da Red Hat, SuSe ou o Ubuntu.

Duvidas? Voltarei a falar sobre o tema em breve.

Autor: Marcellino Junior
Fonte: http://marcellino.wordpress.com/

Compartilhando arquivos e pastas entre maquinas Linux com o NFS

Eu vejo em muito sites e artigo na internet, autores sempre falando sobre o compartilhamento entre maquinas Windows e Linux. Ironicamente, no mundo Linux é mais difícil você encontrar alguma informação que fale exclusivamente de compartilhamento entre máquinas Linux do que Windows x Linux. É como se todo mundo usasse o Linux apenas naquele computador velhinho do canto da sala e o colocassem em um ambiente totalmente Microsoft.

Enquanto o SAMBA é capaz de compartilhar arquivos entre Windows x Linux e Linux x Linux na mesma rede, o NFS é uma opção só para ligação entre máquinas Linux, porém, o considero muito mais prático e estável para esse serviço (você não pode deixar de estuda-lo, é um recurso muito importante e tenho certeza que irá precisar um dia :-).

Assim como o SAMBA, o NFS terá que ser habilitado manualmente. Algumas distribuições ja vem com ele instalado e as vezes, até com uma interface gráfica para sua configuração. Mas para eu me isentar de qualquer responsabilidade de escrever várias versões deste artigo para cada uma de suas diferentes “abordagens”, eu vou partir para o modo-texto (ou shell, se preferir), que será comum a todos.

No Debian/Ubuntu e seus derivados, o primeiro passo é instalar os pacotes necessários para iniciarmos a configuração da rede.Os pacotes são: nfs-kernel-server e nfs-common portmap.

Em outras distribuições, apenas “nfs”.

Para instalar utilize o seguinte comando:

sudo apt-get install nfs-kernel-server nfs-common portmap

É bastante pequeno, não demorará 1 minuto para ser baixado.

Configurando o servidor

O próximo passo é editar o arquivo “exports”, ele se encontra em:

/etc/exports

Farei o exemplo, utilizando meu editor favorito, o VI. No comando abaixo, substitua o editor VI por um de sua preferência.

sudo vi /etc/exports

Dentro do arquivo, adicione o endereço da pasta que deseja compartilhar e o IP da máquina que irá acessar o compartilhamento seguindo o modelo a seguir:

/home/usuario 192.168.0.100(rw,async)

Simples não?

Se desejar que toda a faixa de IP de sua rede acesse o compartilhamento, ao invés de 1 computador em particular, faça:

/home/marcellino 192.168.0.*(rw,async)

Descrevendo as opções

r = Read, permissão de leitura da pasta.

w = Write, estou dando permissão de escrita no compartilhamento.

E se deseja compartilhar como apenas leitura, use: “ro” no lugar de “rw”

Ja a opção “async” é muito útil em redes locais por que permite que o NFS transfira arquivos de forma “assíncrona”, sem precisar esperar pela resposta do cliente. Sem essa opção a taxa de transmissão em uma rede de 100MB/s fica em torno de 6/7 MB/s, e se ativada, vai para 11 MB/s. Fica limitada apenas à velocidade da rede e obviamente aos HDs do servidor e dos clientes.

Iniciando os serviços

Ja com as devidas alterações feitas no arquivo exports, digite o comando abaixo para fazer com que o arquivo anteriormente editado, seja lido pelo Kernel.

exportfs -a

e inicie os serviços NFS e Portmap com os comandos:

sudo /etc/init.d/portmap start
sudo /ect/init.d/nfs-kernel-server start

Configurando o Cliente

A parte de configuração na máquina cliente é extremamente simples, abra o terminal ou até mesmo graficamente e crie um diretório para ser usado para montarmos o compartilhamento. Por exemplo:

mkdir /home/marcellino/nomedocompartilhamento

e depois monte com o comando:

sudo mount -l nfs 192.168.0.616:/home/usuario /home/marcellino/nomedocompartilhamento

Explicando o procedimento passa-a-passo

mount = Comando usado para montar o compartilharmento.

IP = Espefique o IP do servidor que configurou anteriormente.

/home/usuario = Pasta que foi compartilhada no servidor.

/home/marcellino/compartilhamento = Pasta criada para receber a montagem do compartilhamento.

Na teoria, este tutorial consumiu muitas linhas para exemplificar o uso do NFS, mas a medida que o leitor pega a prática, a velocidade na qual é feita um compartilhamento é incrível. Eu mesmo me peguei inumeras vezes levantando um compartilhamento em questão de pouquíssimos minutos… Experimente!

Autor: Marcellino Junior
Fonte: http://marcellino.wordpress.com/

Remover vírus do Windows usando pendrive com Linux

Otimo artigo Kleber Povoação de como remover virus no windows apartir de um boot pelo pen drive com linux e antivirus.

Introdução

Na área da informática as vezes precisamos de um dinheiro extra, eu quase sempre, e normalmente o jeito mais rápido para mim é arrumando computadores. A maioria dos usuários domésticos como se sabe utiliza Windows e um dos problemas mais frequentes que eu tenho é com vírus. Muitos tem antivírus, mas não fazem update dele ou o desligam, afinal, de uma forma ou de outra, pegam vírus.

A maioria dos meus clientes domésticos utilizam banda larga, Windows XP, micros com USB e CD-ROM e não possuem uma rede doméstica.

A melhor alternativa custo/benefício para resolver este problema para mim foi procurar uma maneira de dar o boot no micro por um CD-ROM ou USB e passar um antivírus.

Optei pelo boot USB, pois poderia facilmente atualizar o antivírus no pendrive, é mais prático e a maioria dos computadores já conseguem dar o boot pelo USB.

Preparando o pendrive

Comprei um pendrive e optei pelo Linux para o boot. Instalei a distribuição Slax nele.

Site do Slax:

* http://www.slax.org

Como instalar Slax no pendrive:

* http://www.slacklife.com.br/article.php?sid=1540

Reinicie o micro pelo pendrive para terminar a configuração.

Agora precisamos instalar o antivírus no Slax em nosso pendrive. A maneira mais fácil no Slax de instalar algum software é utilizando módulos do Slax.

Segue explicação do próprio site do Slax sobre módulos:

“Software adicional para SLAX é distribuído na forma de módulos comprimidos. O uso é muito simples, apenas adicione seu módulo baixado no diretório /modules/ do CD para incluir ele permanentemente no SLAX ou use o comando “uselivemod” no SLAX para ativar o módulo “on the fly” quando o sistema já está ativo”.

Como antivírus optei pelo Clamav. Vamos instalar o modulo do Clamav no SLAX.

Baixei aqui o módulo do Clamav:

* http://www.slax.org/modules.php?category=security

Copiei para a pasta “modules” conforme dito acima e pronto.

Você pode reiniciar o micro novamente para verificar se está carregando automaticamente o módulo do clamav.

Quando acessei o SLAX ele montou automaticamente meu pendrive no diretório /mnt/sda1_removable.

Agora com SLAX e clamav funcionando, nos resta atualizar as definições de vírus e fazer as verificações no micro de algum usuário e ajustar algumas configurações do clamav, pois quando desligamos o sistema perdem-se algumas configurações.

Script e configurações

Para isso fiz um script bem simples. Você criará um diretório:

# mkdir /mnt/sda1_removable/scripts

Colocará o script dentro dele e os arquivos de configuração do clamav, que são dois: clamd.conf e freshclam.conf.

Agora segue o script e os dois arquivos de configuração que estou utilizando para serem colocados no diretório /mnt/sda1_removable/scripts:

clamav.sh

clear
echo Adicionando grupo e usuário clamav ao sistema…
groupadd clamav
useradd -g clamav -s /bin/false -c “Clam Antivírus” clamav

echo Ajustando arquivos de configuração…
cp *.conf /etc/clamav/
mkdir /var/lib/clamav
cp *.cvd /var/lib/clamav
touch /var/log/clam-update.log
chown -R clamav:clamav /var/log/clam-update.log /var/lib/clamav

echo “Você quer atualizar antivírus agora ? [S/N] ”
read A
if [ $A = “S” -o $A = “s” ] ; then
echo Atualizando Clamav…
freshclam -l /var/log/clam-update.log
cp /var/lib/clamav/*.cvd $PWD
echo Arquivo de log de atualizado esta em /var/log/clam-update.log
fi

echo Para visualizar as partições montadas aperte ALT+F2 e para voltar aperte ALT+F1
cat /etc/mtab > /dev/tty2

echo “Se você tem e quer montar partição NTFS como leitura e gravação para remover vírus digite Sim aqui . Se responder não ela ficara como somente leitura[S/N] ”
read NT
if [ $NT = “S” -o $NT = “s” ] ; then
echo Em qual dispositivo esta a partição NTFS ? ex: /dev/hda1
read DEV
umount $DEV
mkdir /ntfs
ntfs-3g $DEV /ntfs
echo A partição NTFS foi montado em /ntfs
fi

echo “Você quer passar o anti vírus agora ? [S/N] ”
read B
if [ $B = “S” -o $B = “s” ] ; then
echo Digite a partir de qual diretório você quer procurar por vírus
read DIR
clamscan –bell -v –stdout –remove -r $DIR –exclude /var/lib/clamav
fi

umount /ntfs && rmdir /ntfs

echo Script feito por Kleber Povoacao e licenciado pelos termos da GPL versão 2

clamd.conf

# Comment or remove the line below.
#Example
LogFile /tmp/clamd.log
LocalSocket /tmp/clamd
FixStaleSocket
User clamav
ScanPE
ScanOLE2
ScanHTML
ScanArchive
ScanRAR
ArchiveMaxRecursion 0
ArchiveMaxFiles 0

freshclam.conf

# Comment or remove the line below.
#Example
DatabaseDirectory /var/lib/clamav
DatabaseOwner clamav

DNSDatabaseInfo current.cvd.clamav.net
DatabaseMirror db.br.clamav.net
DatabaseMirror database.clamav.net

MaxAttempts 1
Checks 12
# Proxy settings
# Default: disabled
#HTTPProxyServer myproxy.com
#HTTPProxyPort 1234
#HTTPProxyUsername myusername
#HTTPProxyPassword mypass

Considerações finais

Observações: Se for passar o antivírus em partição NTFS e ao utilizar o script você for montar como leitura e gravação a partição do WINDOWS, não utilize dentro do KDE, utilize no Fluxbox ou somente no terminal.

Utilizando o antivírus:

  1. boot pelo pendrive
  2. acessar o diretório onde está montado seu pendrive, ex.:
    # cd /mnt/sda1_removable/scripts
  3. rodar o script:
    # sh clamav.sh

Pronto!!! Seu sistema com boot e antivírus para ser passado em qualquer micro. Você pode adicionar outros softwares no pendrive e torná-lo melhor ainda. Depende da sua imaginação.

Autor: Kleber Povoação
Fonte: http://www.vivaolinux.com.br/

Integrando o nautilus a rede Linux

Em virtude do artigo anterior falando sobre integrando o nautilus a redes Windows tive a obrigação de fazer o mesmo para nosso Linux, qual a razão ? O artigo anterior parece ter induzido alguns leitores iniciantes a achar que o Linux usa a mesma solução de redes windows para inclusive integrar linux com linux, que é um absurdo. Vamos corrigir isso e criar um artigo à altura sobre integração do Nautilus a redes Linux. Primeiramente, o artigo a seguir não se aplica somente a Linux, mas qualquer sistema operacional que tenha um programa chamado openssh, cuja disponibilidade é imensa em praticamente todas as plataformas incluindo até mesmo o windows.

1) Instale o ‘openssh-client’ no seu computador, ou se preferir que seu micro seja um servidor, isto é, também possa ser acessado por outros ou que sejam abertas sessões de terminal nele instale também o ‘openssh-server’ :

sudo apt-get install openssh-client
sudo apt-get install openssh-server (somente se voce deseja tornar-se também um servidor)

Observação : Os dois pacotes acima são meta-pacotes, isto é, não são seus nomes verdadeiros apenas apontam para os nomes de pacotes correlatos.

2) Carregue o nautilus, dê um CTRL+L para abrir a barra de endereços (no artigo anterior mostrei como deixar essa barra de endereços sempre aberta, isso se aplica apenas se o CTRL+L lhe incomoda para abrir endereços da rede) e execute :

opção 1) ssh://SERVIDOR/pasta/para/ser/acessada
opção 2) ssh://beltrano@SERVIDOR/pasta/para/ser/acessada

Na opção 1 serão requeridas as credenciais de quem já está logado no GNOME, isto é, se seu usuário de sessão é FULANO então uma conta FULANO deverá ter sido criada em SERVIDOR, a senha a ser solicitada deverá ser igual a que foi criada em SERVIDOR.

Na opção 2 serão requeridas as credenciais de beltrano que de antemão também foi cadastrada em SERVIDOR e a senha que será solicitada após deverá corresponder a mesma. Como foi explicado no artigo anterior os outros campos do formulário de autenticação são :

“Lembrar a senha” para esta sessão refere-se a voce não ter que digitar a senha novamente quando o acesso for ao mesmo servidor, mas isso só dura enquanto seu login estiver ativo naquela sessão do Ubuntu.

“Salvar a senha no chaveiro” é um recurso do GNOME onde o nautilus pergunta ao chaveiro do GNOME a senha e este chaveiro fornece-a. O acesso ao chaveiro também requer uma senha mestre. Se voce ainda está aprendendo a usar o GNOME é melhor não se concentrar nisso por enquanto.

Pronto ! É muito mais fácil usar assim e menos complicado do que usar redes windows.

Eu não disse nada a respeito das qualidades do openssh porque são muitas, criptografia é uma delas, além disso é muito melhor e seguro transferir arquivos grandes (>2 GB) . Para quem usa Windows e precisa transferir arquivos de micros com SSH-SERVER instalado poderá usar o Putty que é um cliente ssh para Windows (tem para Linux também), ele é muito bom para abrir sessões de terminal no windows, o único problema para os usuários Windows é uso da linha de comando para transferir arquivos, mas anime-se! tem alguns clientes de FTP para Windows que também já contemplam o protocolo ssh, o que torna essa operação mais visual.

É interessante que o nautilus além de permitir permitir operações de I/O (input/out) básicas como copiar/renomear/apagar, poderá também abrir e salvar este ou aquele arquivo sem a necessidade de copia-lo antes para seu disco. Isso não é nenhuma exclusividade do GNOME, com a suite KDE faz-se a mesma coisa, a única coisa que muda é ao invés de “ssh://” deve-se usar “fish://” na url do konqueror.

3) Há muitos modos diferentes de compartilhar arquivos no linux, usando ssh é apenas um deles. O motivo de eu preferir o ssh é porque além de compartilhar, o ssh é um leque enorme de opções onde além de transferir arquivos e abrir sessões remotas em outros micros são apenas algumas das possibilidades, pode-se por exemplo utiliza-lo sob outros protocolos para acrescentar criptografia é o caso de transformar o próprio FTP em SFTP.

 

Autor: hamacker
Fonte: http://hamacker.wordpress.com/