Oportunidade de Emprego

A Mídiaweb está a procura de três profissionais que atuem com webstandards para trabalhar em periodo integral na Agência.

Necessário conhecimento intermediário em XHTML/CSS.

Pré-requisitos:
– XHTML semântico;
– CSS (Cascating Style Sheets);
– Noções de Photoshop e/ou Fireworks;

Desejável:
– Ser aficcionado e apaixonado por Interfaces e principalmente webstandards;
– Capacidade de desenvolver trabalho em grupo;

Os candidatos serão submetidos a testes práticos

Currículos com pretensão salarial para curriculos@midiaweb.com.br

Logomarcas no formato de folha

Fundo claro
Image Hosted by ImageShack.us

Fundo escuro

Image Hosted by ImageShack.us

Leia o post completo em http://www.smashingmagazine.com/

5 Perguntas para 12 Designers

Demorou, mas saiu. Fiquei na esperança de conseguir respostas de mais pessoas, mas não deu. Não tem problema. Os que responderam agradeço bastante e espero que esta listinha sirva de ajuda para outros que estão metidos nessa profissão que eu pelo menos sou apaixonado. A seqüência das respostas é quase aleatória, na tentativa de ser o mais democrático possível.

  1. Qual aspecto do design você mais prioriza?
  2. Que técnica utiliza com freqüência?
  3. Qual o tipo de letra preferido em seus projetos?
  4. Que livro de design considera obrigatório?
  5. Que site ou revista você lê diariamente?

1. Qual aspecto do design você mais prioriza? voltar

As respostas se dividiram entre o aspecto comunicacional e a funcionalidade, com o Fred misturando os dois e falando em interação. Em todos deu para perceber que o foco no usuário é lei e que o deslumbramento tecnológico já cansou.

Dos que focaram em comunicação:

Simplicidade. Quando mais simples, menor a complicação, melhor usabilidade e acessibilidade. Diego Eis

Comunicação. Usar a comunicação certa para o receptor, que passe a mensagem certa do transmissor. Caetano Neto

Relevância. Design é o dress code de uma peça de comunicação. Se não estiver correto para o público, não vai agradar. Se não agradar, foi inútil. Pense no tiozão na balada: suas roupas podem ser boas, caras e na moda. Se não apelam para o conjunto de referências da galera, serão simplesmente ridículas. Luli Radfahrer

A interação entre as pessoas proporcionada pelo Design. Frederick Van Amstel

E os que focaram em funcionalidade, facilidade de uso e que usaram o bordão “equilíbrio entre forma e função” (o que não torna a sentença menos correta):

Usabilidade e Estética. Parece clichê, mas não dá muito para fugir disso quando se fala em Design. Já que seu conceito é o equilíbrio entre a beleza e funcionalidade, eu procuro sempre focar na beleza da interface sem agredir sua facilidade de uso. Rodrigo Muniz

O usuário (user centered design). Considerando que processo de design é o equilibrio entre forma e função, o objetivo final sempre é o usuário. Henrique Costa

Usabilidade. Para mim a estética, a organização das informações, o conteúdo, os recursos, todos têm que estar a favor da facilidade de uso do site por parte do usuário. Walmar Andrade

Design significa, antes de tudo, projeto. Algo que surge para suprir um objetivo claro. Portanto, design não é arte porque é forma visando função. Resumo da ópera: funcionalidade. Chico Neto

Acessibilidade e Usabilidade. Não tenho tantas habilidades com programas gráficos, mas sempre prezo pela facilidade de uso. Desde a faculdade estudo muito acessibilidade, fazendo testes com deficientes visuais inclusive. Design não é para poucos! Rafael Dourado, eu

Compatibilidade + Usabilidade. Marcelo Glacial

Design não é nada. Funcionalidade é tudo! Quando se trata de internet vejo como aspecto principal do design o êxito do usuário em encontrar o que ele procura, em alcançar o que deseja, enfim, o design tem que tornar possível o objetivo do site numa linguagem visual atraente. […] Tony Conde

A usabilidade como foco principal e busco usar o desenho como a melhor expressão artística do “foco” do trabalho. […] Thiago Bessa

2. Que técnica utiliza com freqüência? voltar

Esta pergunta não foi específica de propósito. Obtive respostas bem interessantes focando na concepção do projeto e outras no seu desenvolvimento de fato. Para os que participaram, não dá para trabalhar com internet e ser preconceituoso nem prepotente, nem viver sem Photoshop. Mas viver sem o IE até que era uma boa.

Primeiro os que focaram na concepção do projeto:

Mente aberta: nunca assumo que sei NADA sobre um cliente, seu público, tendência ou tecnologia. Assim posso perguntar feito uma criança e, em vez de rotular, me fascino. Luli Radfahrer

Me colocar no lugar do usuário quando estou pensando ou mesmo projetando algo novo. Walmar Andrade

Uso da semiótica. Isto está aqui porque refere-se àquilo. E na composição dos trabalhos, vetores. Chico Neto

Etnografia virtual (fóruns de discussão etc), entrevistas, prototipação, testes com usuários… Frederick Van Amstel

Uso com freqüência a técnica de não usar nenhuma técnica e conseguir executar o que vejo que é necessário ao público do site e que também esteja ao gosto do meu cliente! Auehuaeh. Gosto de coisas simples. Estilo os menus dos celulares da nokia! Tony Conde

Mesclagem de algumas delas. A semiótica como principal, mas usando elementos do gestalt, usar a percepção visual como “arma” para prender a atenção do usuário, mas buscando sempre a criação de coisas úteis. “DIGA NÃO AO LIXO NA INTERNET”. Thiago Bessa

Os mais concentrados na execução dos trabalhos:

Image replacement. Seguida de perto pelo global reset hehehe. Mas esse último não conta, já que é padrão. Marcelo Glacial

Na codificação HTML tenho o costume de logo depois de começar o body inserir sempre o link de pular a navegação e ir direto para o conteúdo, ajuda para quem usa leitor de tela. No CSS é a já velha conhecida técnica * {margin:0; padding:0;} para zerar margin e pading de todos elementos para ter homogeneidade nos diversos browsers. Rodrigo Muniz

Técnica? CSS + HTML + JavaScript não obstrusivo, com um pouquinho de técnicas de acessibilidade e uma pitada de SEOHenrique Costa

Aqueles scripts que transformam o IE6 num browser um pouco melhor como o de :hover e o de png transparente. Rafael Dourado

Particularmente não gosto de usar o global reset. Não me incomodo com as pequenas diferenças entre os navegadores e acredito que fazer design para web é aceitar que o produto final é fluido, podendo ser personalizado, ter o tamanho do texto alterado, áreas bloqueadas etc.

Finalizando com os Visuais, “adobemente” falando:

No Photoshop uso freqüentemente o Filtro ‘Extrac‘ e a ‘Quick Mask‘ para aquela seleções cabeludas, literalmente (em caso de tirar o fundo de uma imagem na parte onde há pêlos). Rodrigo Muniz

Colagem, vetor e edição de foto. Caetano Neto

Gradientes e DropShandows dão uma aparência bem interessante. Não pode abusar para não se tornar muito carregado. Devem ser usados com um certo cuidado. Diego Eis

Degradês e vetorizações. Rafael Dourado

3. Qual o tipo de letra preferido em seus projetos? voltar

Esta pergunta acabou gerando algumas dúvidas e alguns responderam somente em relação às fontes da web como Arial, Verdana e Georgia e outros que abriram mais para as fontes usadas na composição do layout. Minha intenção era mais para a segunda situação, mas ainda é válido saber quem prefere serifada ou sem serifa.

Título: Trebuchet MS. Textos: Verdana. Marcelo Glacial

A boa e velha Arial. Henrique Costa

Trebuchet MS. Frederick Van Amstel

Trebuchet MS e Verdana ou Trebuchet MS e Arial. Depende muito do comportamento que será atribuído ao texto. Tony Conde

Deu leitura, passou a idéia do site, é essa. Particularmente, estou numa fase mais de fontes com serifa… acho que só ver sites com fontes sem serifa, ajudou. Caetano Neto

Para texto, qualquer uma sem serifa que se encaixe no desenho do site, abusando bastante da Verdana e Tahoma. Para imagens, de acordo com o desenho. Thiago Bessa

Minha tipografia favorita é aquela que melhor dialogar com o projeto. Mas, pessoalmente, tenho apreço maior por famílias sem serifas com hastes robustas. Chico Neto

O que for relevante e adequado. Tem cliente com cara de Caslon, de Interstate, de Frutiger, de Bembo. Isso não tem nada a ver com a tipografia escolhida para o logo ou comunicação visual de um cliente, mas com o estado de espírito de seu público. Luli Radfarer

Arial nos textos, pois assim posso deixar o corpo do texto um pouco maior (Verdana grande é horrível). Em situações com uso de imagens vai depender do cliente, mas tenho uma maior afeição pela Frutiger e Helvetica. Rafael Dourado

Gosto muito de usar Verdana, Trebuchet MS e Lucida Grande para projetos que são realmente textos. Quando o texto vai em uma imagem ou os títulos serão imagem, gosto de usar HUMANIST. Normalmente uso letras sem serifa. Combinam mais com o ambiente de web. Entretanto, fica muito interessante o uso de letras com serifa. O site fica mais elegante. Mas deve ser usado com moderação e deve haver um cuidado extra ao combinar com letras sem serifa. Diego Eis

Na web costumava usar Verdana 10px ou 11px para parágrafos, mas com os monitores e resoluções cada vez maiores estou tentando me acostumar a usar Trebuchet MS 12px com line-height 140% para parágrafos e Georgia 28px para títulos, mas em algumas interfaces a Verdana ainda impera. Para impressos Georgia e Times New Roman ainda são imbatíveis e são figurinhas fáceis no meu CSS para impressão. Nos logotipos Helvetica e Tahoma caem bem. Rodrigo Muniz

Tipografia na web não importa muito, pois o usuário pode chavear os estilos. Walmar Andrade

Deixei a resposta do Walmar por último de propósito. Discordo dele, pois a quantidade de pessoas que chaveam os estilos é mínima, e por mais que ele tenha essa escolha não quer dizer que a primeira opção deva ser menos cuidadosa. Se entrar na conversa a composição do layout então nem se fala. Mestre Walmar, explique-se melhor. hehehe

4. Que livro de design considera obrigatório? voltar

Excelentes dicas aqui. Steve Krug esteve em quase todos, só confirmando a alcunha de obrigatório. Engraçado foi a quantidade de livros sobre tipografia. Acho que em pouco tempo algumas das respostas da pergunta anterior mudarão.

Designing Interactions, Bill Moggridge Frederick Van Amstel

Elementos do Estilo Tipográfico de Robert Bringhurst. Diego Eis e eu concordo

O do Hollis, para história; o do Frutiger para iconografia; o do Bringhurst para tipografia… Um monte. O meu eu não recomendo mais: está muito velho. Tampouco recomendo os do Dondis e da Santaella, que não entenderam que design é comunicação e escrevem em chinês. A revista HOW tem livros introdutórios de primeira também. Luli Radfahrer

Atualmente, Pensar com Tipos. Chico Neto

Introdução à Análise da Imagem (Martine Joly): Aprender as ferramentas de design qualquer um aprende até lendo o help. Mas estudar semiótica é um divisor de águas. O livro faz muitas leituras de imagem é muito interessante como primeira leitura sobre semiótica.
Design Visual 50 Anos (Alexandre Wollner): Conheci esse livro por indicação do Chico Neto. Alexandre Wollner é só o primeiro designer brasileiro e ainda em atividade. Sua história de confunde com o desenvolvimento da profissão no país e é uma aula de técnicas de design e postura profissional. Ah! E ele tem um mau humor divertidíssimo. Rafael Dourado

Sou leitor compulsivo de monitor ) Mas acho que livros como Webwriting: Redação e Informação para a Web do Bruno Rodrigues e Não me faça pensar do Steve Krug são obrigatórios para qualquer profissional de webdesign, mesmo o primeiro não sendo focado em design. Rodrigo Muniz

Não me faça pensar! O livro é sobre Usabilidade mas acredito que hoje as pessoas precisam inverter a forma com que aprendem a fazer “design”. Primeiro é preciso entender que problemas de design se resolvem com o equilibrio entre a estética e a facilidade de uso. Muitos investem muito em estética e nada em “utilização”. Este livro todos deveriam ler! Henrique Costa. Walmar Andrade assina embaixo

Putz… Livro é difícil. Esse do Wollner que o Dourado citou é muito bom. Tô lendo o Design para Internet do Felipe Memória, tô gostando. Caetano Neto

Design para internet – Projetando a experiência perfeita / Felipe Memória. Tony Conde

Os clássicos, Memória, Nielsen, Steven.. (olha a intimidade.. hehe..) mas sempre lendo algo… movimentando sempre a mente… buscando novas referências para não cair na mesmice. Thiago Bessa

Não leio nenhum. O passo 5 explica o porquê. ) Marcelo Glacial

Tá bom, Glacial. Deixei por último para imendar com a desculpa. hehehe

5. Que site ou revista você lê diariamente? voltar

Vale exportar o OPML do Netvibes? CSS Mania, CSS Remix, CSS Based, CSS Beauty, entre outra galerias. E os blogs específicos: Tableless, Revolução, Fator W, Bittbox, Shauninman e Mezzoblue. Marcelo Glacial

Tenho uns 50 feeds assinados e os leio todo santo dia. Conheço quem tem mais de 500, mas só passa a vista em todos e lê o que interessa. Eu tenho esses 50 e tento ler todos sem exceção quase todo dia. Mas recomendo os sites de todos os que responderam a esta pesquisa. D Rafael Dourado

Google Reader vale? ) Revistas eu só dou uma olhada na Web Design, MTV e na Super Interessante quando vou na livraria rapidinho… É bem difícil um site de artigos e notícias que eu entre diariamente,
acho que só no Digg.com. Mas tenho outras dicas de sites que acompanho os feeds: Fator W do ex-gerente e amigo Walmar está cada dia melhor, A List Apart, A List Apart Brasil, Smashing Magazine, Ivo Gomes, Tá difícil, Tutoriais Photoshop
Para inspiração eles nunca falham: Web Creme, Open Web Design, CSS Mania e Logopond. Um boa busca no del.icio.us também resolve muita coisa. Rodrigo Muniz

Ai, pega a lista ali na home do meu Blog, deu preguiça D Luli Radfahrer

Bartelme Design, The Art of Adam Betts, e tem um monte de outros aqui. Diego Eis

Tenho muitos blogs agregados no meu Bloglines Fredrick Van Amstel

São tantos… Nos meus feeds têm inúmeros sites. Nunca tive a curiosidade de ver ao certo quantos são. Nem tem como ver agora também, não estou no meu pc! Mas acho que tudo começa pelo http://www.google.com.br rs Tony Conde

Mais de 2 centenas de blogs e alguns livros que sempre estão por perto… Henrique Costa

Nossa, assino uns 200 feeds e leio todos diariamente logo pela manhã. Entre os nacionais, o que acho mais interessante é o de Silvio Meira. Walmar Andrade

Tenho acompanhado mais blogs ultimamente. Embora acredite que não seja o mais visitado aqui, vou colocar o Uailab. Caetano Neto

Além dos blogs mestres, bomabessa ) , netlus, teoriaglacial e assino a revista web design. Ela é bem interessante, quando não atrasa 1 mês pra chegar é uma leitura boa e atual (a leitura, por que o site…). Thiago Bessa

Além do Netlus…?! Chico Neto

SIM, CHICO! ALÉM DO NETLUS!

Bom. Espero que tenha sido útil de alguma forma. Para mim foi. D

Autor: Rafael Dourado
Fonte: http://www.netlus.com.br/5-perguntas-para-12-designers/

Picnik: Nunca foi tão fácil editar suas fotos online

Há algum tempo atrás, falei de um editor de fotos online, o Phixr.com. Na ocasião, tinha gostado do serviço em questão, porém foi aquele gostar meio sem opção, o gostar por não ter surgido nada melhor. Eis que recentemente descobri um que alia tudo aquilo que gosto.

Um bom serviço pra mim, seja ele online ou offline, é aquele que consegue agregar um bom visual, uma grande funcionalidade e uma grande acessibilidade, tornando o uso simple, eficiente e prazeroso. O picnik consegue reunir tudo isso!

Você gosta de uma interface usando muito flash e ajax? Se gostar e tiver a necessidade esporádica de utilizar um editor de fotos quando está fora de casa, creio que você acaba de encontrar uma solução.

Escolhendo/Enviando a foto

Logo de cara, você poderá escolher se deseja trabalhar em uma foto do seu computador, ou de um website (sendo especialmente fácil caso estas sejam do Flickr ou Yahoo! Photos), webcam, ou testar o produto com uma das fotos disponíveis. Ao terminar de enviar a sua foto, ele te transfere para a aba de edição, onde a “diversão” começará.

Editando a sua foto

Caso você queira aproxima a visão, é bem simples, basta utilizar o interessante zoom. Depois de se ajustar, conheça as opções de edição disponíveis no serviço:

  • Auto-fix: Correção automática de alguns atributos
  • Rotate: Girar
  • Crop: Recortar determinado local
  • Resize: Redimensionar
  • Exposure: Controlar a iluminação
  • Colours: Controlar a coloração
  • Sharpen: Controlar a nitidez
  • Red-Eye: Remover os já não tão comuns, olhos vermelhos

Ao clicar em qualquer uma destas opções, o super-organizado menu automaticamente irá dar lugar ao local onde você poderá especificar os detalhes da função. Complicado? Uma imagem te explicará tudo. Veja na imagem abaixo o que acontece quando eu clico na opção rotate, compare com a imagem lá de cima.


Entendeu?

A partir daí, tudo é muito auto-explicativo, feito para o agrado do usuário leigo até o avançado que está longe de seu Photoshop. Uma outra ferramenta muito interessante, é o Cropping, feito de maneira rápida e muito interessante. Ao clicar nesta função, ele cria uma grade na imagem, para que você possa rapidamente selecionar aonde quer cortar.

Efeitos Criativos

Além da aba de edição, você pode adicionar os “Efeitos Criativos”, apesar que esse quesito ainda não está totalmente desenvolvido, ficando restrito a alguns “Efeitos Especiais”:
Black & White: Transformar a foto para Preto & Branco

Sepia: Converter a foto para tons Sepia (vide figura ao lado)

Boost: Aumentar a intensidade das cores

Matte: Destacar a foto com um efeito claro ao redor do objeto central

Vignette: Destacar a foto com um efeito escuro ao redor do objeto central

Soften: “Borrar” a foto

Salvando a sua foto

Se você tiver terminado de editar a sua foto, vá para a aba Save & Share, lá poderá enviar por email, salvar no computador, criar um slideshow no flickr, salvar no flickr, ou até mesmo mandar imprimir (não disponível na versão beta).

Conclusão

Levando em conta a sua situação (longe de casa, sem estar no seu pc com seu programa de edição predileto), o picnik com certeza será extremamente útil e conseguirá cumprir com louvor a sua proposta. Confesso que um ponto crucial que me agradou foi o visual (foi o que fez eu testar o produto), mas logo descobri que além disso, ele realmente é bem eficiente. Melhor do que ler como ele funciona, é ir lá e testar! Cliquem aqui.

Fonte: http://www.diogoazevedo.com/

Autor: Diogo Azevedo

Como desenhar no estilo Web 2.0 – 1ª parte

Existe um estilo predominante hoje na internet e eu vou destrinchá-lo para os designers brasileiros começarem a se acostumar com esse novo jeito de desenhar sites.

1. Simplicidade

Web-design está mais simples que nunca, e isso é uma coisa boa.
Design 2.0 significa foco, clareza e simplicidade.

E isso não significa ser minimalista, como eu vou explicar depois.

Eu realmente acredito na simplicidade. Isso não é dizer que todos os sites devem ser mínimos, mas que deve-se usar quantos recursos forem necessários para alcançar o que você precisa alcançar.

Como diz o ditado : Me dê duas soluções para um problema, a mais simples é a melhor.

O resultado é que você tem que olhar o conteúdo. Você acaba interagindo exatamente com os elementos que o designer planejou. E você não se importa – Isso é fácil, e você tem exatamente o que você precisava.

Por que simplicidade é bom.

  • Sites têm metas e toda página tem um propósito.
  • A atenção do usuário é um recurso esgotável.
  • É o trabalho do designer ajudar os usuários a achar o que eles querem (ou avisar o que o sitem quer aviar paraeles).
  • Coisas na tela atrem os olhos. Quanto mais coisas na tela existir, quanto mais coisas diferentesexistirem para noticiar, é menos acessível para o usuário alcançar as coisas importantes.
  • Nós temos que estabelecer uma comunicação, e quanto menos barulho, melhor. Isso é economia, ou simplicidade.

Quando e como fazer o designer simples ?

Quando?

Sempre !

Como?

Existem duas coisas importantes para alcançar sucesso com simplicidade:

  1. Remova componentes desnecessários, sem sacrificar a efetividade.
  2. Tente soluções alternativas para alcançar o mesmo resultado mais simplesmente.

Sempre que você estiver fazendo layouts, remover elementos visuais desnecessários deve ser encarado como uma disciplina.

Concentre-se particularmente nas áreas do layout que são menos relevantes para o propósito da página, por que a atividade visual nessas áreas irão tirar a atenção do conteúdo e da navegação.

Use detalhes visuais – Linhazinhas, palavras, formas, cores – para comunicar uma informação importante, não para decorar

E lembre-se de perguntar-se sempre :

Tem como eu fazer isso de forma mais simples ?.

Se a resposta for sim, simplesmente, FAÇA !

2. Layouts Centralizados

Basicamente, uma grande maioria dos sites atuais são posicionados cetralizados na janela do navegador. Relativamente poucos são full-screen (layout flúido) ou alinhado pela esquerda / tamanho fixo, comparando com alguns anos atrás.

Por que Layout centralizado é bom.

Esse estilo “2.0″ é simples, impactante e honesto. Sites que aparecem centralizados na sua frente ficam mais simples e honestos.

Também, porque nós estamos sendo mais econômicos com nossos pixels (e conteúdos), nós não estamos mais pressionados a apertar o máximo de informações possíveis acima da linha do mar.

Nós estamos usando menos para falar mais, então nós podemos ser um pouco mais livres com os espaços usados, e diagramar nosso conteúdo com muitos dos amáveis espaços em branco.

Quando e como usar o layout centralizado?

Como eu disse, posicione seu site centralizado ao menos que tenha uma ótima razão para não fazê-lo.

Você talvez esteja querendo ser mais criativo como o espaço, ou querendo aglomerar o máximo de informação possível na tela.

3. Poucas Colunas

A alguns anos atrás, sites com 3 colunas era o normal e sites com 4 colunas não eram incomuns.
Hoje, site com 2 colunas são bem comuns, e 3 colunas já está como máximo.

Por que poucas colunas é bom.

Menos é mais. Poucas colunas parecem mais simples, impactantes e mais honesto. Nós estamos mostrando menos informaçãos mais claramente.

o site da apple Link externo é um lider na elegância da simplicidade.

Esse tipo de layout funciona muito, mas muito bem. Cada vez que eu experimento o design simples da Apple, eu fico mais convencido que o design Zen é o Graal sagrado.

Como escolher o número de colunas.

Eu definitivamente recomendo que não use mais que 3 colunas, simplesmente por que você não deve usar mais do que precisa.

4. Topo diferenciado

Isso significa fazer o topo da tela (a marca principal e a área de navegação) diferentes do resto (o conteúdo principal)

Claro, isso não tem nada de novo, mas é uma boa idéia e tem sido usada sempre. Mas tem sido usada mais que sempre agora, e a divisão está cada vez mais forte.

Por que o topo diferenciado é bom.

O topo do site diz “Aqui é o topo do site”. Parece óbvio, mas é bom saber onde a página começa.

Isso também inicia a experiência do site com uma força. Isso é muito “2.0″. Nós gostamos de força, impacto.

Quando e como usar o topo diferenciado?

Em qualquer site, a marca e a navegação devem ser óbvias, impactantes e claras.

Então, é uma boa idéia criar um espaço no topo do site para posicionar a logo e a navegação.

Sempre coloque o logo em cima no topo. Eu sempre recomento também, colocar a navegação logo após o logo.

O topo deve ser visualmente diferente do resto do conteúdo. O jeito mais forte de fazer isso é usar um impactante e sólido bloco de uma cor diferente, mas existem alternativas.

5. Navegação simplificada.

Navegação permanente – a navegação global do seu site tem que aparecer em todas as páginas como um parte permanente do layout – tem que ser claramente identificado como navegação, e tem que ser fácil de interpretar.

  • Design 2.0 faz a Navegação global grande, impactante, limpa e óbvia.
  • Hyperlinks inline (links dentro de textos) são claramente diferenciados do texto normal

Por que navegação simplificada é bom.

O usuário precisa ser capaz de identificar a navegação, que vai dizer-lhe várias informações

  • Onde ele está (em um esquema de coisas)
  • Onde mais ele pode ir a partir daqui
  • E quais opções ele tem para fazer as coisas

Seguindo o princípio da simplicidade, e a diminuição geral do “barulho”, o melhor jeito de deixar claro a navegação é :

  • Posicionar os links permanentemente longe do conteúdo
  • Diferenciando a navegação usando cores, tons e formas
  • Fazer a navegação grande e impactante
  • Deixar claro o texto de cada link, sem ambiguidades

Como manter uma navegação simplificada?

Lembre-se sempre de uma coisa: Navegação tem que estar claramente diferenciada da não-navegação.

6. Logos impactantes.

Uma marca limpa, forte e impactante – incorporando atitude, tom de voz e primeira impressão – é ajudada por um logo impactante.

Por que?

Fortes, logos impactantes dizem “Aqui estamos nós” de um modo que nós podemos acreditar.

Quando e como ?

É muito difícil de dizer como criar um bom logo, mas em resumo…

Seu logo deve :

  • Funcionar em todos os contextos – incluindo panfletos e camisas
  • Ser reconhecível e diferente
  • Representar a personalidade e as qualidades da sua marca na primeira vez que ela é vista
  • Na segunda parte vou falar sobre tamanhos de textos, introdução dos sites, cores, superfícies, entre outras coisas.

 

Autor: Julio

Fonte: http://julioweb.wordpress.com/