Nó cego eu?

É, nem eu acreditei no que aconteceu hoje, fui barrado em um site, serio mesmo, vo contar como aconteceu.

Estava eu lendo um artigo no http://www.codigolaranja.com.br e quando terminei de ler fui ate o rodapé do site e vi um botão com a seguinte frase “Mantedor: Embria Technologies”, resolvi clicar por curiosidade(semre faço isso :D) e logo é aberta uma página que podemos ver abaixo:

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Achei muito estranho um empresa de tecnologia selecionar os seus clientes pelo navegador que usam.

Mas vamos criar um exemplo aqui, caso eu fosse uma empresa onde só se usa Software Livre? eu não teria o IE nas minhas máquinas né, conseqüentemente não poderia ser um cliente do site mostrado acima. Não estou afirmando nada, é o site da empresa que esta me dizendo que não posso acessar o pq uso o Firefox(com muito orgulho).

Galera, vamos fazer uma pesquisa rápida aqui, vocês concordam com a atitude da empresa? so precisa responder “Sim” ou “Não” e o pequena justificativa.

[]’s

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Cores II (psicologia das cores)

A escolha das cores é fundamental para uma boa harmonia dos elementos de um site. Ela pode enfatizar textos, imagens e caracterizar especialmente os elementos da página.

A cor exerce influência decisiva nos olhos dos seres humanos, afeta a atividade muscular, mental e nervosa. A combinação das cores afeta o psicológico e pode tornar um ponto importante no interesse do público em seu site.

A combinação certa pode causar efeitos como de excitação, urgência, contentamento, calma, vulgaridade, melancolia, segurança etc., e ainda destacar algum elemento em relação a outro.

Na Web a seleção de uma cor é um pouco complicada, pois é impossível garantir que uma determinada cor irá se apresentar no monitor do usuário como ela realmente é, ou seja, como a que o designer colocou.

Isto acontece devido ao fato de cada monitor ter uma especificação diferente, uns podem trabalhar com mais vermelho, ser mais brilhante, ter mais contraste e etc., e ainda cada um pode estar configurado com uma determinada resolução como 640×480 pixels, 800×600 pixels e assim por diante.

A combinação desses fatores é que irá determinar a fidelidade e a reprodução de cores e a qualidade das imagens.

Abaixo você poderá visualizar algumas sensações “psicológicas” conhecidas:

As cores e os efeitos psicológicos

Sensações visuais + significado:

– Branco – pureza
– Preto – negativo
– Cinza – tristeza
– Vermelho – calor, dinamismo
– Rosa – graça, ternura
– Azul – pureza, fé

Sensações Acromáticas

Branco: inocência, paz, divindade, calma, harmonia, para os orientais pode significar morte, batismo, casamento, cisne, lírio, neve, ordem, simplicidade, limpeza, bem, pureza.

Preto: sujeira, sombra, carvão, fumaça, miséria, pessimismo, melancolia, nobreza, seriedade. É expressivo e angustiante ao mesmo tempo. Alegre quando combinado com outras cores.

Cinza: pó, chuva, neblina, tédio, tristeza, velhice, passado, seriedade. Posição intermediária entre luz e sombra.

Sensações Cromáticas

Vermelho: guerra, sol, fogo, atenção, mulher, conquista, coragem, furor, vigor, glória, ira, emoção, paixão, emoção, ação, agressividade, perigo, dinamismo, baixeza, energia, revolta, calor, violência.

Laranja: prazer, êxtase, dureza, euforia, outono, aurora, festa, luminosidade, tentação, senso de humor. Flamejar do fogo.

Amarelo: egoísmo, ciúmes, inveja, prazer, conforto, alerta, esperança, flores grandes, verão, limão, calor da luz solar, iluminação, alerta, euforia.

Verde: umidade, frescor, bosque, mar, verão, adolescência, bem-estar, paz, saúde (medicina), esperança, liberdade, paz repousante. Pode desencadear paixões.

Azul: frio, mar, céu, horizonte, feminilidade, espaço, intelectualidade, paz, serenidade, fidelidade, confiança, harmonia, afeto, amizade, amor, viagem, verdade, advertência.

Roxo: fantasia, mistério, egoísmo, espiritualidade, noite, aurora, sonho, igreja, justiça, misticismo, delicadeza, calma.

Marrom: cordialidade, comportamento nobre, pensar, melancolia, terra, lama, outono, doença, desconforto, pesar, vigor.

Púrpura: violência, furto, miséria, engano, calma, dignidade, estima.

Violeta: calma, dignidade, estima, valor, miséria, roubo, afetividade, miséria, calma, violência, agressão, poder sonífero.

Vermelho-alaranjado: sexualidade, agressão, competição, operacionalidade, desejo, excetabilidade, dominação.

A escolha da cor sofre influência da moda, das tendências e da decisão do designer.

Harmonia e Contraste

Espaços em branco podem ser definidos como áreas que não contenham textos, imagens ou qualquer outro elemento gráfico. Saber balancear o conteúdo e o espaço em branco em um site é a chave para manter a harmonia dos elementos dentro da página e prender a atenção do usuário.

A conseqüência da má utilização desse recurso é não ter um bom equilíbrio, assim os olhos ficam confusos pois não existirá uma progressão visual para o internauta seguir e conseqüentemente ele perderá o interesse pela página.

O que pode ser feito para que isto não aconteça é seguir as recomendações de alguns “gurus” em design:

“Não coloque o máximo de informações dentro de uma página”.

“Os espaços vazios reforçam a unidade de grupos, harmonizam as áreas, aumentam o contraste e facilitam a visualização e leitura”.

Em geral as cores claras e quentes elevam e expandem, por isso, no passado era comum casas com o teto pintado de azul e paredes amarelas, a sensação que passava era de mais espaço. Por exemplo, nunca se deve pintar um teto de preto ou roxo, essas cores passariam a sensação de opressão e clausura.

Visibilidade

Amarelo e Azul são as cores que melhor se lêem a distância

O contraste preto-amarelo se vê desde mais longe

O contraste preto-branco tem um valor neutro

O contraste vermelho-verde é o que menos se percebe

Em geral os elementos gráficos escuros sobre fundo claro se percebem melhor que o contrário

Fonte: http://www.mxstudio.com.br/

Cores e seus significados psicológicos

Por Fabrício Alves,

As cores influenciam psicologicamente os seres humanos de várias maneiras, e são mais ligadas à emoção do que propriamente à forma. Se várias figuras coloridas forem mostradas a um grupo de pessoas, essas pessoas se lembrarão mais facilmente das cores do que das formas dessas figuras.

Quando escolhemos uma cor para elaborarmos nossos trabalhos, sejam trabalhos de design, ilustração, anúncios ou qualquer outro tipo de trabalho visual, devemos ter em mente que estamos lidando com um elemento de estímulo imediato, e que essa cor escolhida provocará diversas reações em seus observadores, reações essas que podem ser positivas ou negativas, dependendo da sua utilização.

Por isso, é extremamente importante estarmos atentos à psicologia das cores e seus significados, para melhor aplicarmos essas cores em nossos trabalhos. É imprescindível que qualquer pessoa que trabalhe com comunicação conheça as terias básicas da cor, para saber como estas se complementam e interagem umas com as outras.

É realmente muito interessante, verificar como a psicologia das cores são utilizadas atualmente, principalmente pelas grandes empresas. Marcas conhecidas mundialmente, fazem uso constante deste conhecimento para chamar a atenção, ou simplesmente, vender mais seus produtos.

Empresas como a Coca-Cola, que utiliza o vermelho na maior parte de seus produtos, remetendo ao calor, mas este calor sendo “quebrado” pelo frescor que representam as bolhas d’àgua desenhadas nas latas. Também o caso do Mc’Donalds, com as cores amarelo e vermelho. O amarelo forte é usado para gerar ansiedade, o vermelho para dar fome e os dois juntos, presente em grande quantidade dentro das lanchonetes desta empresa, estimulam seus clientes a comerem em demasia e rapidamente, pois a presença destas cores geram um certo desconforto se visualizadas por muito tempo.

Abaixo, um resumo com o significado de algumas cores:

– Branco:
Sugere pureza. Cria uma impressão de vazio e de infinito. Evoca frescor e limpeza, principalmente quando combinado com o azul.
Ex: Ordem, simplicidade, luz, paz, higiene, casamento, hospital, neve, harmonia.

– Preto:
Silêncio. Morte. Quando brilhante, confere nobreza, distinção e elegância. Cor preponderantemente masculina.
Ex: Noite, nobreza, pessimismo, tristeza, dor.

– Cinza:
É a expressão de um estado de alma duvidosa e neutra. Símbolo da indecisão e da ausência de energia. Quanto mais sombrio, mais conota desânimo, monotonia.
Ex: Chuva, máquinas, seriedade, velhice, desânimo, sabedoria.

– Vermelho:
Significa força, virilidade, masculinidade, dinamismo. É uma cor exaltante e até enervante. Impõe-se sem discrição. É uma cor essencialmente quente, transbordante de vida e de agitação.
Ex: Cereja, morango, sangue, desejo, sexo, agressividade, fogo, fome, perigo, guerra, força, energia, fúria, dinamismo, paixão.

– Laranja:
Transborda irradiação e expansão. É acolhedor, quente, íntimo.
Ex: Outono, pôr-do-sol, festa, comida, movimento.

– Amarelo:
É uma cor luminosa e muito forte para atrair a atenção, seja sozinho ou em conjunto com outras cores. É feliz, vibrante, vivo.
Ex: Luz, angústia, esperança, atenção.

– Verde:
Cor universal da natureza. Tem frescor, harmonia e equilíbrio. Cor calma, que não se dirige para nenhuma direção nem encerra algum elemento de alegria, tristeza ou paixão. O verde mais amarelado sugere uma força ativa, um aspecto ensolarado. O verde, seja em tons mais claros ou escuros, é sempre indiferente e calmo.
Ex: Floresta, natureza, bem estar, tranqüilidade, juventude, umidade, saúde, tapete de jogos.

– Azul:
Cor profunda, calma. Preferida por adultos, marca uma certa maturidade. Quando sombrio, o azul chama ao infinito. Mais claro, provoca uma sensação de frescura e higiene, principalmente quando na presença de branco.
Ex: Frio, céu, mar, tranqüilidade, paz, infinito, meditação, credibilidade.

– Roxo:
Equivale a um pensamento meditativo e místico, mistério. Assim como o preto, remete a nobreza e poder.
Ex: Sonho, mistério, egoísmo, nobreza, fantasia, profundidade, doença.

– Marrom:
Emana a impressão de algo maciço, denso, compacto. Sugere segurança e solidez.
Ex: Terra, outono, chocolate.

– Rosa:
É de pouca vitalidade e sugere feminilidade e afeição. É uma cor íntima, de doçura melosa e romântica.
Ex: Feminilidade, delicadeza.

Fonte: www.grito.com.br

Identificando um layout amador By Bruno Ávila

Segue abaixo um otimo artigo escrito por Bruno Ávila

O que faz a gente bater o olho num site e perceber: esse design está amador? Quando essa dúvida vem, muitas vezes não sabemos explicar o porquê. Foi pensando em responder essa intrigante pergunta que resolvi escrever esse artigo.

Um layout, para ser considerado amador, deve possuir algumas características em comum. As possibilidades são inúmeras mas existem alguns erros que aparecem freqüentemente nesses layouts. São esses erros que apresento agora. Atenção, você, webdesigner, jamais faça o que irei relatar a partir de agora.

JAMAIS ESTIQUE FONTES, IMAGENS E LOGOTIPOS

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Erro bem comum entre os iniciantes, essa é uma das características mais vísiveis de um layout amador. Mesmo aos olhos do leigo é perceptível que algo está errado ali. O cérebro interpreta a desproporção das letras, das formas e círculos, dando a impressão clara de que algo foi esticado ou achatado. Jamais cometa esse crime. Ao manusear fontes, imagens ou logotipos, aumente ou diminua suas dimensões de forma proporcional.

EVITE UTILIZAR GAMBIARRAS

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Quantas vezes você já tentou corrigir o mal contato no seu fone de ouvido, utilizando um outro fio e uma fita isolante? Isso é o que chamamos de gambiarra. Seria uma maneira errada de se corrigir alguma coisa, evitando ter que fazer tudo de novo. É o que vemos no exemplo acima. O webdesigner em questão pegou um texto vermelho escuro e tacou num fundo azul escuro. Resultado: ninguém conseguiu ler. Então, para que não fosse preciso ter que refazer todo o layout para que o texto vermelho ficasse legível, o nobre webdesigner resolveu colocar um efeito de “glow”, como se uma luz resplandescente iluminasse o fundo da palavra “gambiarra 1″. Aí está um exmeplo de gambiarra muito comum. Utilizou-se um efeito totalmente artificial, mal empregado, deixando a palavra pesada, poluída.

Não satisfeito, o webdesigner abandona a idéia do glow e taca um contorno amarelo na palavra “gambiarra 2″. Agora sim, a palavra ficou mais pesada ainda, como uma grossa barra de ferro.

Evite esse tipo de efeito, ao ver que a fonte não está legível ou sendo ofuscado, troque a cor do fundo ou da fonte até encontrar o melhor contraste. E se for necessário, volte a estaca zero e monte o layout novamente. Ao utilizar efeitos, utilize com muito critério e de uma forma que não fique artificial.

EVITE FONTES COMPLICADAS

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Você entendeu o que está escrito aí em cima? Nem eu. Evite fontes de difícil leitura. Utilize o bom-senso.

CADA FONTE, UM SENTIMENTO

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A fonte utilizada acima é a Comic Sans. Nota-se seu estilo de “revista em quadrinhos”. O que tem a ver esse tipo de fonte com uma funerária? Por isso utilize sempre um tipo de fonte que transmita o sentimento mais adequado. No caso da funerária, uma simples Times New Roman cairia bem.

TÍTULOS DESLOCADOS PARA A DIREITA

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Nossa leitura se faz da esquerda para direita, como qualquer ocidental. Por isso encontramos em quase 100% dos sites ocidentais esse tipo de alinhamento. Deixar deslocado o título um pouco para a direita denota falta de alinhamento com o texto que vem embaixo. Nesse caso, alinhe o título com o texto. Se for um menu, pode colocar o texto que vem abaixo do título principal deslocado para a direita, dando uma idéia de hierarquia.

MENU DESALINHADO

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Erro muito comum entre os iniciantes. Transmite falta de cuidado e quebra de leitura. Coloque todos alinhados na mesma linha. Recomendo a utilização de uma linha guia, caso tenha dificuldades em alinhar.

TEXTOS SEM MARGEM

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Sempre devemos dar margens no topo, rodapé, esquerda e direita do texto. Além de dar uma sensação de leveza, também serve como uma moldura invisível, destacando o texto como um elemento visual.

EVITE BEVEL

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Assim como o glow, o efeito bevel tende a ser artificial. Ao utilizar este tipo de efeito, use com bastante critério, para que não dê esse tom de artificialidade. Exagerar nesse efeito pode poluir a página e deixá-lo mais pesado visualmente.

EVITE SOMBRAS

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As sombras também devem ser utilizadas com critério e de forma muito delicada. No exemplo, vemos um exagero do uso da sombra, dando um aspecto de queimado, sujo, poluindo a página e dificultando a leitura.

E então, gostaram? Acredito que esses sejam as principais características de um layout amador. Se você anda cometendo um desses crimes por aí, não tem problema, tenho certeza que depois de ler esse artigo você irá se redimir.

Para o alto e avante!

Fonte: http://www.brunoavila.com.br/blog/design-web/70
Autor: Bruno Ávila
é webdesigner e cantor de banheiro.

Codificador de endereço de e-mail

Está eu não conhecia, estava eu navegando pelo Stumble e pimba, dei de cara com o E-mail Address Encoder, basta colocar o endereço de e-mail clicar no botão “encode”, prontinho teu endereço de e-mail codificado 😀

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Gerador de listras

Para aqueles iguais a mim que sempre tem alguma dificuldade em fazer uma imagem em listras, eis aqui a solução, Stripe Generator

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Usabilidade, Faça jus ao seu projeto

Salve, salve!!

Peço permissão aos moderadores para falar um pouco sobre usabilidade na web. Nosso maior intuito neste ambiente é compartilhar idéias, conhecimentos, experiências entre outros… contudo vaí aí algumas informações que podem ser úteis para nós desenvolvedores (seja ele iniciante, intermediário ou avançado). O objetivo é mudar comportamentos e fazer com que a usabilidade faça parte de seus futuros websites.
Como webdesign, quero poder oferecer um melhor serviço aos usuários, por isso espero que você também se sinta pronto para agir em seu projeto de design. As maneiras que podem ser tomadas para tornar a vida dos usuários mais felizes são várias. Você poderá utilizar métodos e técnicas de usabilidade, pois muitos são extremamente fáceis de aprender. Além de obter melhorias no seu site estará contribuindo para que os usuários voltem a visitá-lo.
Infelizmente a maioria dos webdesigners ignoram totalmente a usabilidade e criam designs para seu bel prazer ( ou pior, para o prazer do chefe) ao invés de satisfazer as necessidades do usuário.

Que vença a simplicidade!!

POR QUE A USABILIDADE NA WEB?

A usabilidade assumiu uma importância muito maior na economia da Internet.
No desenvolvimento de produto físico tradicional, os clientes só experimentavam a usabilidade quando já tinham comprado e pago. Digamos, por exemplo, que você compre um vídeo cassete e descubra que é difícil acertar a hora, além de não conseguir como programar a gravação de seus programas favoritos. Azar o seu – o fabricante ri enquanto sua conta bancária cresce.

A web não funciona assim. Ela inverte esse quadro. Atualmente, os usuários experimentam a usabilidade de um site antes de se comprometeram a usá-lo e antes de gastarem dinheiro em possíveis aquisições. Vejam como é simples a equação:

:: No projeto de produto e de software, os clientes pagam primeiro e experimentam a usabilidade depois.
:: Na web, os usuários experimentam a usabilidade primeiro e pagam depois.

Fica bem claro por que a usabilidade é mais importante para o webdesign.

CSS E A USABILIDADE

É impossível falar de usabilidade e não falar de CSS. As folhas de estilo em cascata são apenas uma das maiores esperanças de recapturar o ideal da web de separar apresentação e conteúdo. A web é o máximo em termos de sistema multiplataformas e seu conteúdo será apresentado em uma variedade tão grande de dispositivos que as paginas devem especificar o significado das informações e deixar os detalhes da apresentação a uma intercalação (ou “cascata”) de folhas de estilo especificadas pelo site e às preferências do usuário.

Em suma, CSS e usabilidade resulta em simplicidade, a qual deve ser a meta do design da página. Com exceção de nós (desenvolvedores) os usuários raramente encontram-se em um site para desfrutar do design; em vez disso, preferem concentrar sua atenção no conteúdo. É também importante garantir que as páginas sejam perfeitamente visualizadas em uma série de plataformas e que possam ser acessados por pessoas que usam tecnologia antiga.
Garanta que todas as páginas funcionem em browsers e versões de dois anos de idade de todos os plug-ins e outros softwares.

NO FRAMES (ou não use quadros)

A primeira recomendação com respeito a quadros é:
Quadros: diga não.
As pessoas que realmente sabem o que estão fazendo podem às vezes usar quadros para obter um bom efeito, embora até mesmo os designers experientes sejam aconselhados a usar quadros o mínimo possível.
Se insistir no uso de quadros apesar de meu conselho para que faça o oposto, pelo menos forneça uma versão sem quadros para os vários usuários que preferem evitar quadros. Em particular, o conteúdo alternativo pode ser fornecido em uma seção <NOFRAMES> que será exibida aos usuários que desativaram as quadros ou que usam um browser que não ofereça um suporte a quadros.
A versão 2.0 do Netscape foi o primeiro browser a oferecer suporte aos quadros, mas o fez de uma forma terrível, introduzindo um dos piores problemas de usabilidade encontrado na web até agora: o botão Voltar no browser simplesmente não funcionava com os sites com quadros.

Portanto, quebrar o botão Voltar é nada mais nada menos que uma catástrofe em termos de usabilidade.
Felizmente, quase ninguém mais usa o Netscape 2.0; foi um verdadeiro desastre.

O DESIGN DO CONTEÚDO: Mantenha os textos breves

Uma pesquisa mostrou que ler da tela do computador é cerca de 25% mais lento do que ler do papel. Mesmo os usuários que desconhecem essas pesquisas sobre fatores humanos geralmente dizem que sentem desconforto ao lerem texto on-line. Como resultado as pessoas não querem ler muito texto das telas de computador. Portanto, deve-se escrever 50% menos texto – não apenas 25% menos – pois não se trata apenas de velocidade de leitura, mas de uma questão de conforto. Sabemos também que os usuários não gostam de rolar a tela: mas uma razão para manter a brevidade das páginas.
Já que é tão custoso ler texto em telas do computador e já que a experiência on-line parece fomentar uma certa dose de impaciência, os usuários tendem a não ler totalmente fluxos de texto. Invés disso, passam os olhos pelo texto e escolhem palavras-chave, sentenças e parágrafos de interesse enquanto pulam as partes de texto que menos lhe interessam.

Com relação aos títulos de página, em HTML, cada página tem um título especificado na seção de cabeçalho. É importante especificar bons títulos de página, pois os títulos são muitas vezes usados como a principal referencia às páginas. Os títulos de páginas também são usados em muitos menus de navegação como listas de Boockmarks e listas de históricos.

Concluindo, o conteúdo é o foco de atenção do usuário da web. É a razão dos usuários se conectarem e é a primeira coisa que olham quando carregam uma página. O conteúdo de qualidade é um dos dois determinantes mais importantes da usabilidade da web o outro é se os usuários podem achar a página que desejam.

ANIMAÇÃO

As imagens em movimento têm um efeito indiscutível na visão periférica humana. Alguns usuários dizem que acham as animações legais ou indicam que houve muito trabalho de design de site. As animações podem, portanto, ter uma função semelhante às colunas de mármore nos bancos: demonstrar visivelmente o status e a afluência. No entanto, a maioria dos usuários diz que ficam irritados com as animações. Em particular, quase todos os usuários detestam textos em movimento e marquees.
Segundo Jakob Nielsen, a animação é boa para sete finalidades, são elas:
:: Mostrar continuidade nas transições
:: Indicar dimensionalidade nas transições
:: Ilustrar a mudança no tempo
:: Multiplexar o monitor
:: Enriquecer as apresentações gráficas
:: Visualizar estruturas tridimensionais
:: Chamar atenção.

No caso de “chamar atenção” o texto deve ser desenhado por uma animação não-repetível (por exemplo, um texto que desliza da direita para a esquerda, aumentando a partir do primeiro caractere ou crescendo suavemente) e nunca por uma animação continua, pois é muito mais difícil ler texto em movimento do que texto estático. O usuário deve ser atraído ao texto novo pela animação inicial e depois deve se deixá-lo em paz para ler o texto sem outras distrações.

Vá com calma com as animações em seu projeto, pois o feitiço da animação virar contra o feiticeiro.

A WebTV

O futuro está ai e não podemos esquecer disso. A web provocou a introdução de um dos primeiros aparelhos de informação na forma da WebTV em 1996. Antes, a WebTV não era um grande produto sendo de certa forma uma decepção em termos de venda. Na verdade, a WebTV é um produto irado em termos de usabilidade e design. Nos dias atuais com a chagada das telonas em plasma pode se dizer que a qualidade está cada vez mais agradável, e ficar sentado interagindo com a Internet é mais empolgante.

Ao criar para a WebTV para que respeitem os usuários é preciso seguir as seguintes diretrizes:
:: Não utilizar imagens grandes (mais de 544 pixels de largura ou 376 pixels de altura) a menos que ainda funcionem após o redimensionamento automático da WebTV para a área de viso disponível;
:: Reserve o uso de imagemaps para os casos absolutamente necessários;
:: Não inclua texto nas imagens pois os caracteres serão de difícil leitura na tela;
:: Não use um layout com várias colunas, se seu design exigir colunas, use no máximo duas colunas e garanta que funcionem em uma tela de 544 pixels de largura;
:: Divida as informações em um espaço de hipertexto rico com um número maior de nós menores;
:: Se possível faça com que cada unidade seja suficientemente pequena para que caiba em uma única tela da WebTV a fim de eliminar a rolagem;
:: Brevidade: escreva menos texto.

ACESSIBILIDADE PARA USUÁRIOS PORTADORES DE DEFICIÊNCIA

A legislação americana para portadores de deficiências e as leis e regulamentações semelhantes em outros paises muitas vezes exigem acesso igual a sistemas de computadores para os usuários portadores de deficiências. Em particular, haverá freqüentemente uma obrigação legal para facilitar o uso da intranet e Internet por funcionários e usuários deficientes que talvez não sejam capazes de realizar suas tarefas caso não possam acessar os websites da empresa.

Tornar a web mais acessível a usuários com varias deficiências resume-se, até certo ponto, a usar o HTML da forma pretendida: para codificar significado em vez de aparência. Desde que a página seja codificada para o significado, é possível que os browsers alternativos apresentem esse significado de formas otimizadas às capacidades de usuários individuais e, assim facilitem o uso da web por usuários deficientes.

Deficiências visuais
Os problemas de acessibilidade mais sérios, dado o atual estado da web, relacionam-se a usuários cegos e usuários com outras deficiências visuais, posto que a maioria das paginas da web é altamente visual.
Para aumentar a acessibilidade, garanta sempre um auto contraste entre as cores de primeiro e segundo plano e evite padrões de fundo confusos que interfiram na leitura. Qualquer coisa que reduza a legibilidade de seus textos é suficientemente irritante para os usuários com visão perfeita que definitivamente não gostam de ser retardados quando estão na web, mas fundos com texturas ou cores sutis podem ser a gota d´agua que faz com que sua página fique abaixo do limite de legibilidade para um usuário com visão parcial.

Para os desenvolvedores é importante lembrar que, para facilitar os usuários cegos ao passar os olhos no conteúdo, é recomendável enfatizar a estrutura da página através de marcações adequadas de HTML: use <H1> para o cabeçalho de nível superior, <H2> para as principais partes das informações dentro de <H1>, e <H3> e níveis inferiores para divisões ainda mais sutis de informação.

Assim, o usuário cego pode ter uma panorâmica da estrutura de uma página quando <H1> e <H2> forem lidos em voz alta e pode rapidamente pular uma seção desinteressante ao instruir uma leitura de tela a pular para o próximo cabeçalho de nível inferior.

Alem de tornar o texto legível, você também deve oferecer um método alternativo para “exibir” as imagens a pessoas vê-las. A principal solução a esse problema a essa altura é usar o atributo ALT.
Os usuários que não podem ver a foto verão ou ouvirão o texto alternativo “Nome da foto”.

Deficiências auditivas
É rara a situação em que o som é necessário para a compreensão; na maioria das vezes os efeitos sonoros na web são gratuitos – um dos poucos benefícios de design ruim, creio. A usabilidade de um site quase sempre continua a mesma quando o som é desativado, mas com a tendência crescente da multimídia, esse não continuara sendo o caso.

Independente da gratuidade do som ou de sua exigência pela multimídia, crie seu site tendo em mente um público com deficiências auditivas.

Deficiências de fala
No momento, não importa se o usuário da web é capaz de falar já que toda a entrada do computador é feita com um mouse e um teclado. É provável que as várias formas de interfaces com o usuário ativadas por voz fiquem mais populares no futuro para casos em que o uso do teclado seja incomodo ou apenas para oferecer suporte a usuários que prefiram falar os comando em vez de digitá-los.

Será muito mais problemático quando passarmos para interfaces nas quais a fala é a principal ou a única modalidade de entrada. Espero que a maioria dos sistemas de bate-papo logo se torne baseada na fala, já que esta é a forma natural de conversa para a maioria das pessoas.

Qualquer sistema de bate-papo que dependa da fala deve manter a possibilidade de participação de usuários não-falantes através de texto digitado.

Deficiências motoras
Muitos usuários têm dificuldade com movimentos detalhados do mouse e pode também ter problemas em pressionar várias teclas simultaneamente. A maioria dessas questões deve ser tratada por um melhor design de bowser e não deve preocupar os designers de conteúdo, exceto no que tange ao conselho de não criar imagesmaps que exijam o posicionamento extremamente preciso do mouse. Imagine que você tenha de deslocar seu mouse com os pés: leva muito tempo para chegar a um alvo pequeno.

Quaisquer applets que usem dispositivos de interação além do HTML padrão devem ser implementados a fim de permitir a operação sem o mouse. Esses recursos são incluídos como padrão tanto no Java quanto no ActiveX; portanto, é uma mera questão de implementar o código corretamente de acordo com as diretrizes oficiais da Sun Microsistems, Microsoft e outros fornecedores de ferramentas de software.

Deficiências cognitivas
Nos primeiros anos, a web era acessada era apenas por pessoas apenas muito inteligentes que eram pioneiras na tecnologia avançada. Mas, com a crescente popularidade da web, haverá mais usuários medianos e também usuários de inteligência abaixo da média. Para satisfazer esses usuários, será importante aumentar a usabilidade e garantir que o conteúdo seja compreensível em nível de leitura primária.

Uma forma simples de verificar muitos problemas de acessibilidade é acessar seu website em um browser apenas de texto como o Lynx. Se o site parecer bom e funcionar bem nesse browser, provavelmente será razoavelmente acessível para muitos usuários com deficiências.

Por último seria melhor realizar testes de usabilidade com uma série de usuários com várias deficiências, mas já que há tantos tipos diferentes de deficiências para atender, esse não é um conselho muito pragmático, exceto no caso de sites que atendam especificamente a usuários deficientes.

Fonte: Informações extraídas do livro “Projetando Web Sites de Jakob Nielsen”

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Texto original: http://forum.ievolution.com.br

Fonte: Informações extraídas do livro “Projetando Web Sites de Jakob Nielsen”