Oportunidade de Emprego

A Mídiaweb está a procura de três profissionais que atuem com webstandards para trabalhar em periodo integral na Agência.

Necessário conhecimento intermediário em XHTML/CSS.

Pré-requisitos:
– XHTML semântico;
– CSS (Cascating Style Sheets);
– Noções de Photoshop e/ou Fireworks;

Desejável:
– Ser aficcionado e apaixonado por Interfaces e principalmente webstandards;
– Capacidade de desenvolver trabalho em grupo;

Os candidatos serão submetidos a testes práticos

Currículos com pretensão salarial para curriculos@midiaweb.com.br

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Entregando projetos no prazo

Quando foi a última vez que algum cliente solicitou um trabalho seu e você entregou-o tudo certinho na data estipulada? Alguns talvez, consigam estabelecer as metas propostas e com isso ganha muitos pontos com os clientes. Entretanto, as pessoas ainda possuem certa dificuldade em estabelecer prazos e acabam por deixar o contratante aborrecido.  E isso é uma péssima situação para a reputação de qualquer profissional. Mas, quem nunca na vida deixou escapar alguma coisinha e deu aquela atrasada na entrega de um trabalho. Imprevistos sempre acontecem e por isso, na hora de estipular um dia para apresentação de algum projeto, sempre dê uma margem a mais de tempo. Uma ou duas semanas são suficientes para você se organizar e fechar todas as pendências. Esse tempo geralmente representa 10%/15% a mais do total em um projeto de médio porte.

Pensar em seu cliente é importante. Mais importante do que você imagina. Seja lá qual for o tipo de projeto que você irá se envolver. Nunca se pode esquecer que um cliente pequeno poderá te indicar para uma grande empresa ou mesmo para outro cliente de grande potencial. Então, trate-o como qualquer outro.

Como você se sentiu quando alguém quebrou um trato com você? Com que sensação você ficou? No mínimo, um pouco chateado. No mundo de hoje, o preço que se paga quando não se cumpre um determinado acordo é a perda total da confiança que as pessoas têm umas pelas outras. Elas ficam decepcionadas e você é quem se dá mal.

Pratique o hábito de entregar soluções no prazo. Você será muito mais feliz e deixará muito mais clientes satisfeitos. Um cliente feliz vale mais que 20 aborrecidos.

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Plugin do IE6 para Desenvolvedores Web by Yalli Oliveira on August 3rd, 2007
Essa semana, ao adquirir o livro .

A Importância dos Wireframes no processo de criação by Yalli Oliveira on July 30th, 2007
Para quem não sabe o que é wireframe: É uma espécie de rascunho ou esqueleto de uma tela que mostra onde vai ficar cada elemento de uma determinada interface(menu, logomarca, agrupamento de notícias, etc) facilitando nossas vidas no decorrer de projetos.

Acessibilidade na web by Yalli Oliveira on August 8th, 2007
Próxima semana estarei dando início a pesquisa e desenvolvimento de um projeto que contará no meu currículo como uma Iniciação Científica.

Fonte: http://www.webnatal.com/

Cores II (psicologia das cores)

A escolha das cores é fundamental para uma boa harmonia dos elementos de um site. Ela pode enfatizar textos, imagens e caracterizar especialmente os elementos da página.

A cor exerce influência decisiva nos olhos dos seres humanos, afeta a atividade muscular, mental e nervosa. A combinação das cores afeta o psicológico e pode tornar um ponto importante no interesse do público em seu site.

A combinação certa pode causar efeitos como de excitação, urgência, contentamento, calma, vulgaridade, melancolia, segurança etc., e ainda destacar algum elemento em relação a outro.

Na Web a seleção de uma cor é um pouco complicada, pois é impossível garantir que uma determinada cor irá se apresentar no monitor do usuário como ela realmente é, ou seja, como a que o designer colocou.

Isto acontece devido ao fato de cada monitor ter uma especificação diferente, uns podem trabalhar com mais vermelho, ser mais brilhante, ter mais contraste e etc., e ainda cada um pode estar configurado com uma determinada resolução como 640×480 pixels, 800×600 pixels e assim por diante.

A combinação desses fatores é que irá determinar a fidelidade e a reprodução de cores e a qualidade das imagens.

Abaixo você poderá visualizar algumas sensações “psicológicas” conhecidas:

As cores e os efeitos psicológicos

Sensações visuais + significado:

– Branco – pureza
– Preto – negativo
– Cinza – tristeza
– Vermelho – calor, dinamismo
– Rosa – graça, ternura
– Azul – pureza, fé

Sensações Acromáticas

Branco: inocência, paz, divindade, calma, harmonia, para os orientais pode significar morte, batismo, casamento, cisne, lírio, neve, ordem, simplicidade, limpeza, bem, pureza.

Preto: sujeira, sombra, carvão, fumaça, miséria, pessimismo, melancolia, nobreza, seriedade. É expressivo e angustiante ao mesmo tempo. Alegre quando combinado com outras cores.

Cinza: pó, chuva, neblina, tédio, tristeza, velhice, passado, seriedade. Posição intermediária entre luz e sombra.

Sensações Cromáticas

Vermelho: guerra, sol, fogo, atenção, mulher, conquista, coragem, furor, vigor, glória, ira, emoção, paixão, emoção, ação, agressividade, perigo, dinamismo, baixeza, energia, revolta, calor, violência.

Laranja: prazer, êxtase, dureza, euforia, outono, aurora, festa, luminosidade, tentação, senso de humor. Flamejar do fogo.

Amarelo: egoísmo, ciúmes, inveja, prazer, conforto, alerta, esperança, flores grandes, verão, limão, calor da luz solar, iluminação, alerta, euforia.

Verde: umidade, frescor, bosque, mar, verão, adolescência, bem-estar, paz, saúde (medicina), esperança, liberdade, paz repousante. Pode desencadear paixões.

Azul: frio, mar, céu, horizonte, feminilidade, espaço, intelectualidade, paz, serenidade, fidelidade, confiança, harmonia, afeto, amizade, amor, viagem, verdade, advertência.

Roxo: fantasia, mistério, egoísmo, espiritualidade, noite, aurora, sonho, igreja, justiça, misticismo, delicadeza, calma.

Marrom: cordialidade, comportamento nobre, pensar, melancolia, terra, lama, outono, doença, desconforto, pesar, vigor.

Púrpura: violência, furto, miséria, engano, calma, dignidade, estima.

Violeta: calma, dignidade, estima, valor, miséria, roubo, afetividade, miséria, calma, violência, agressão, poder sonífero.

Vermelho-alaranjado: sexualidade, agressão, competição, operacionalidade, desejo, excetabilidade, dominação.

A escolha da cor sofre influência da moda, das tendências e da decisão do designer.

Harmonia e Contraste

Espaços em branco podem ser definidos como áreas que não contenham textos, imagens ou qualquer outro elemento gráfico. Saber balancear o conteúdo e o espaço em branco em um site é a chave para manter a harmonia dos elementos dentro da página e prender a atenção do usuário.

A conseqüência da má utilização desse recurso é não ter um bom equilíbrio, assim os olhos ficam confusos pois não existirá uma progressão visual para o internauta seguir e conseqüentemente ele perderá o interesse pela página.

O que pode ser feito para que isto não aconteça é seguir as recomendações de alguns “gurus” em design:

“Não coloque o máximo de informações dentro de uma página”.

“Os espaços vazios reforçam a unidade de grupos, harmonizam as áreas, aumentam o contraste e facilitam a visualização e leitura”.

Em geral as cores claras e quentes elevam e expandem, por isso, no passado era comum casas com o teto pintado de azul e paredes amarelas, a sensação que passava era de mais espaço. Por exemplo, nunca se deve pintar um teto de preto ou roxo, essas cores passariam a sensação de opressão e clausura.

Visibilidade

Amarelo e Azul são as cores que melhor se lêem a distância

O contraste preto-amarelo se vê desde mais longe

O contraste preto-branco tem um valor neutro

O contraste vermelho-verde é o que menos se percebe

Em geral os elementos gráficos escuros sobre fundo claro se percebem melhor que o contrário

Fonte: http://www.mxstudio.com.br/

Cores e seus significados psicológicos

Por Fabrício Alves,

As cores influenciam psicologicamente os seres humanos de várias maneiras, e são mais ligadas à emoção do que propriamente à forma. Se várias figuras coloridas forem mostradas a um grupo de pessoas, essas pessoas se lembrarão mais facilmente das cores do que das formas dessas figuras.

Quando escolhemos uma cor para elaborarmos nossos trabalhos, sejam trabalhos de design, ilustração, anúncios ou qualquer outro tipo de trabalho visual, devemos ter em mente que estamos lidando com um elemento de estímulo imediato, e que essa cor escolhida provocará diversas reações em seus observadores, reações essas que podem ser positivas ou negativas, dependendo da sua utilização.

Por isso, é extremamente importante estarmos atentos à psicologia das cores e seus significados, para melhor aplicarmos essas cores em nossos trabalhos. É imprescindível que qualquer pessoa que trabalhe com comunicação conheça as terias básicas da cor, para saber como estas se complementam e interagem umas com as outras.

É realmente muito interessante, verificar como a psicologia das cores são utilizadas atualmente, principalmente pelas grandes empresas. Marcas conhecidas mundialmente, fazem uso constante deste conhecimento para chamar a atenção, ou simplesmente, vender mais seus produtos.

Empresas como a Coca-Cola, que utiliza o vermelho na maior parte de seus produtos, remetendo ao calor, mas este calor sendo “quebrado” pelo frescor que representam as bolhas d’àgua desenhadas nas latas. Também o caso do Mc’Donalds, com as cores amarelo e vermelho. O amarelo forte é usado para gerar ansiedade, o vermelho para dar fome e os dois juntos, presente em grande quantidade dentro das lanchonetes desta empresa, estimulam seus clientes a comerem em demasia e rapidamente, pois a presença destas cores geram um certo desconforto se visualizadas por muito tempo.

Abaixo, um resumo com o significado de algumas cores:

– Branco:
Sugere pureza. Cria uma impressão de vazio e de infinito. Evoca frescor e limpeza, principalmente quando combinado com o azul.
Ex: Ordem, simplicidade, luz, paz, higiene, casamento, hospital, neve, harmonia.

– Preto:
Silêncio. Morte. Quando brilhante, confere nobreza, distinção e elegância. Cor preponderantemente masculina.
Ex: Noite, nobreza, pessimismo, tristeza, dor.

– Cinza:
É a expressão de um estado de alma duvidosa e neutra. Símbolo da indecisão e da ausência de energia. Quanto mais sombrio, mais conota desânimo, monotonia.
Ex: Chuva, máquinas, seriedade, velhice, desânimo, sabedoria.

– Vermelho:
Significa força, virilidade, masculinidade, dinamismo. É uma cor exaltante e até enervante. Impõe-se sem discrição. É uma cor essencialmente quente, transbordante de vida e de agitação.
Ex: Cereja, morango, sangue, desejo, sexo, agressividade, fogo, fome, perigo, guerra, força, energia, fúria, dinamismo, paixão.

– Laranja:
Transborda irradiação e expansão. É acolhedor, quente, íntimo.
Ex: Outono, pôr-do-sol, festa, comida, movimento.

– Amarelo:
É uma cor luminosa e muito forte para atrair a atenção, seja sozinho ou em conjunto com outras cores. É feliz, vibrante, vivo.
Ex: Luz, angústia, esperança, atenção.

– Verde:
Cor universal da natureza. Tem frescor, harmonia e equilíbrio. Cor calma, que não se dirige para nenhuma direção nem encerra algum elemento de alegria, tristeza ou paixão. O verde mais amarelado sugere uma força ativa, um aspecto ensolarado. O verde, seja em tons mais claros ou escuros, é sempre indiferente e calmo.
Ex: Floresta, natureza, bem estar, tranqüilidade, juventude, umidade, saúde, tapete de jogos.

– Azul:
Cor profunda, calma. Preferida por adultos, marca uma certa maturidade. Quando sombrio, o azul chama ao infinito. Mais claro, provoca uma sensação de frescura e higiene, principalmente quando na presença de branco.
Ex: Frio, céu, mar, tranqüilidade, paz, infinito, meditação, credibilidade.

– Roxo:
Equivale a um pensamento meditativo e místico, mistério. Assim como o preto, remete a nobreza e poder.
Ex: Sonho, mistério, egoísmo, nobreza, fantasia, profundidade, doença.

– Marrom:
Emana a impressão de algo maciço, denso, compacto. Sugere segurança e solidez.
Ex: Terra, outono, chocolate.

– Rosa:
É de pouca vitalidade e sugere feminilidade e afeição. É uma cor íntima, de doçura melosa e romântica.
Ex: Feminilidade, delicadeza.

Fonte: www.grito.com.br

Menus com listas, construindo de forma simples e semântica

Falar em código semântico, tableless, css e como tudo isso se envolve com a W3C pode ser para alguns um grande quebra-cabeça. Na verdade é, mas com um pouco de vontade, teoria e paciência, esses itens podem se transformar numa verdadeira filosofia de trabalho e depois de um aprendizado bem realizado, tornar a produtividade do dia-a-dia um verdadeiro desafio estimulante.

Resumidamente, compreender a utilização correta dos elementos é um passo extremamente saudável para relembrarmos como tudo foi concebido originalmente para ser utilizado e tornar o trabalho simples e mais claro para todos.

O assunto pode ser um verdadeiro martírio para desenvolvedores, que por muitas vezes se auto absolvem da adequação aos padrões web, construindo aplicações e sites que poderiam ser mais leves, mais responsivos, fáceis de usar, e por conseqüência, mais fáceis de atualizar.

Um exemplo muito utilizado atualmente para mostrar como é possível construir mais simples são os menus para sites, sejam horizontais ou verticais, existe uma maneira muito limpa, verdadeiramente semântica e intuitiva para mecanismos de buscas como o Google.

Uma recomendação que faço para a construção de sites e aplicações é começar pela informação e não layout, pois iniciando seu projeto pela estrutura da informação, a possibilidade do projeto perder o foco é muito menor,além disso, como sabemos, hoje o conceito tableless permite a aplicação de layouts como uma camada sobre o seu código.

Falarei aqui sobre a criação de menus utilizando listas, e listas obviamente tem uma série de utilidades que devem ser tratadas de forma específica caso a caso, o que significa que se usada corretamente, torna seu código naturalmente semântico.

Compreendendo Listas

Para compreender listas é importante saber que existem várias opções de utilização para elas, como vemos abaixo:

1.Listas ordenadas

 

<ol>

 <li>Ricardo</li>

 <li>Felipe</li>

 <li>Manoela</li>

</ol>

O resultado para a lista acima é:

1. Ricardo

2. Felipe3. Manoela

Note que pelo fato de termos utilizado as tags corretas, os itens foram automaticamente ordenados e numerados (esse comportamento é padrão, podendo ser personalizado por CSS).

2. Listas não ordenadas

 

<ul>

 <li>Ricardo</li>

 <li>Felipe</li>

 <li>Manoela</li>

</ul>

O resultado agora é:

o Ricardo

o Felipeo Manoela

Note que esse modelo não numera automaticamente os itens, mas por padrão os marca como itens de uma lista (também é comportamento padrão que pode ser alterado por css).

3. Listas de descrição

 

<dl>

 <dt>Livro</dt>

 <dd>Descrição do livro</dd>

</dl>

O resultado:

Livro

Descrição do livro

Utilizando listas para construir menus

Até aqui você já tomou conhecimento de como as listas funcionam dentro do código html, então não vai ter problemas para entender o código abaixo, pois na verdade o segredo estará no css que aplicaremos a lista.

O modelo vertical de menu:

 

<ul class="menu_vertical">

 <li><a href="#">Home</a></li>

 <li><a href="#">História</a></li>

 <li><a href="#">Filosofia</a></li>

 <li><a href="#">Produtos</a></li>

 <li><a href="#">Contato</a></li>

</ul>

Note que definimos em ul utilizará a classe menu_vertical, vamos ao código CSS que faz tudo acontecer como desejamos:

 

<style type="text/css">

ul.menu_vertical {

 margin: 0;

 padding: 0;

 list-style: none;

}

ul.menu_vertical li a{

 display: block;

 padding: 10px;

 color: #333;

 background: #eee;

 border-bottom: 1px solid #fff;

 text-decoration: none;

}

ul.menu_vertical li a:hover {

 background: #ccc;

}

</style>

Note que o código CSS é bem simples, mas tem parâmetros chaves importantíssimos que são em “ul” a redução de margin e padding para 0 (zero), pois essa tag tem por padrão valores positivos setados nela; o display: block na tag “a” permite que a área de clique seja maximizada para toda a área disponível dentro da tag li a qual ela está contida.

O resultado visual deste menu é o seguinte:

É importante lembrar que o menu terá automaticamente a largura máxima do seu objeto pai, porém é possível limitar sua largura a um valor específico setando o parâmetro width no CSS da tag ul.

O modelo horizontal de menu:

Este modelo utiliza praticamente o mesmo código, com pequenas modificações, veja:

 

<ul class="menu_horizontal">

 <li><a href="#">Home</a></li>

 <li><a href="#">História</a></li>

 <li><a href="#">Filosofia</a></li>

 <li><a href="#">Produtos</a></li>

 <li><a href="#">Contato</a></li>

</ul>

Só mudei o nome da classe, note que o html continua exatamente o mesmo. Vamos ao CSS:

 

ul.menu_horizontal {

 margin: 0;

 padding: 0;

 list-style: none;

}

ul.menu_horizontal li {display: inline;}

ul.menu_horizontal li a{

 float: left;

 display: block;

 padding: 10px;

 color: #333;

 background: #eee;

 text-decoration: none;

}

ul.menu_horizontal li a:hover {

 background: #ccc;

}
O resultado final:

Observe que é ai que entra o conceito moderno de personalização de layouts através de tableless, pois o html não foi alterado, apenas sua classe, e o código CSS foi o responsável pela mudança da aparência, deixando claro um conceito de camadas, cada uma com sua respectiva função.

As alterações no CSS que permitiram ao mesmo menu ter a aparência horizontal foi que na tag “li” aplicamos display: inline, pois assim ele deixa de ser nativamente um elemento de bloco e passa a ser um elemento de linha, não criando mais quebras de linha antes e depois dele mesmo (padrão a todo elemento de bloco), em seguida determinamos para “a” float: left, o que significa que as tags “a” estarão posicionados lado a lado, a partir da esquerda para a direita.

Os trechos CSS apresentados acima podem ser personalizados eternamente a gosto e necessidade da sua aplicação. Não se esqueça que o CSS dá a você o controle sobre a aparência da sua página ou aplicação.

O importante no conceito tableless é escrever simples, sem complicação, sem redundância e sempre, mas sempre que possível procure rever seu código a busca de limpeza e redução de conteúdo desnecessário.

Para saber mais as incríveis variações de CSS que se pode fazer com listas, você não pode deixar de visitar este site: Listamatic (http://css.maxdesign.com.au/listamatic/).

Seja simples, faça um trabalho limpo e torne-se mais produtivo, antes que seus concorrentes o façam.

Até a próxima!

 

Autor: Roberto Rabadan (e-mail) é Analista de Usabilidade da LocaWeb focado no design de interfaces web. Tem como principal objetivo profissional aprimorar as competências entre design e usabilidade de interfaces, buscando tornar a experiência e prazer de navegação a mais perfeita possível para o usuário final. Graduado em Propaganda e Design, tem mais de 16 anos de experiência com soluções para internet.

Fonte: http://www.imasters.com.br/

Que fonte será esta?

Volta e meia me deparo com um logo onde preciso recria-lo mas não tenho nem idéia da fonte que foi utilizada, bom eis aqui a solução(ou pelo menos uma ajuda), o site www.myfonts.com oferece uma ferramenta que pode te ajudar nesta tarefa, você coloca a imagem e ele te sugere algumas contes parecidas com a da sua imagem.

Segue um exemplo da utilização
1 – Localizando imagem a qual deseja encontrar o nome da fonte.
Image Hosted by ImageShack.us
2 – O sistema “scaneia” a imagem e te pergunta quais letras deseja procurar.
Image Hosted by ImageShack.us
3 – Por fim, te mostra as fontes mas parecidas que ele encontrou.
Image Hosted by ImageShack.us

Como desenhar no estilo Web 2.0 – 1ª parte

Existe um estilo predominante hoje na internet e eu vou destrinchá-lo para os designers brasileiros começarem a se acostumar com esse novo jeito de desenhar sites.

1. Simplicidade

Web-design está mais simples que nunca, e isso é uma coisa boa.
Design 2.0 significa foco, clareza e simplicidade.

E isso não significa ser minimalista, como eu vou explicar depois.

Eu realmente acredito na simplicidade. Isso não é dizer que todos os sites devem ser mínimos, mas que deve-se usar quantos recursos forem necessários para alcançar o que você precisa alcançar.

Como diz o ditado : Me dê duas soluções para um problema, a mais simples é a melhor.

O resultado é que você tem que olhar o conteúdo. Você acaba interagindo exatamente com os elementos que o designer planejou. E você não se importa – Isso é fácil, e você tem exatamente o que você precisava.

Por que simplicidade é bom.

  • Sites têm metas e toda página tem um propósito.
  • A atenção do usuário é um recurso esgotável.
  • É o trabalho do designer ajudar os usuários a achar o que eles querem (ou avisar o que o sitem quer aviar paraeles).
  • Coisas na tela atrem os olhos. Quanto mais coisas na tela existir, quanto mais coisas diferentesexistirem para noticiar, é menos acessível para o usuário alcançar as coisas importantes.
  • Nós temos que estabelecer uma comunicação, e quanto menos barulho, melhor. Isso é economia, ou simplicidade.

Quando e como fazer o designer simples ?

Quando?

Sempre !

Como?

Existem duas coisas importantes para alcançar sucesso com simplicidade:

  1. Remova componentes desnecessários, sem sacrificar a efetividade.
  2. Tente soluções alternativas para alcançar o mesmo resultado mais simplesmente.

Sempre que você estiver fazendo layouts, remover elementos visuais desnecessários deve ser encarado como uma disciplina.

Concentre-se particularmente nas áreas do layout que são menos relevantes para o propósito da página, por que a atividade visual nessas áreas irão tirar a atenção do conteúdo e da navegação.

Use detalhes visuais – Linhazinhas, palavras, formas, cores – para comunicar uma informação importante, não para decorar

E lembre-se de perguntar-se sempre :

Tem como eu fazer isso de forma mais simples ?.

Se a resposta for sim, simplesmente, FAÇA !

2. Layouts Centralizados

Basicamente, uma grande maioria dos sites atuais são posicionados cetralizados na janela do navegador. Relativamente poucos são full-screen (layout flúido) ou alinhado pela esquerda / tamanho fixo, comparando com alguns anos atrás.

Por que Layout centralizado é bom.

Esse estilo “2.0″ é simples, impactante e honesto. Sites que aparecem centralizados na sua frente ficam mais simples e honestos.

Também, porque nós estamos sendo mais econômicos com nossos pixels (e conteúdos), nós não estamos mais pressionados a apertar o máximo de informações possíveis acima da linha do mar.

Nós estamos usando menos para falar mais, então nós podemos ser um pouco mais livres com os espaços usados, e diagramar nosso conteúdo com muitos dos amáveis espaços em branco.

Quando e como usar o layout centralizado?

Como eu disse, posicione seu site centralizado ao menos que tenha uma ótima razão para não fazê-lo.

Você talvez esteja querendo ser mais criativo como o espaço, ou querendo aglomerar o máximo de informação possível na tela.

3. Poucas Colunas

A alguns anos atrás, sites com 3 colunas era o normal e sites com 4 colunas não eram incomuns.
Hoje, site com 2 colunas são bem comuns, e 3 colunas já está como máximo.

Por que poucas colunas é bom.

Menos é mais. Poucas colunas parecem mais simples, impactantes e mais honesto. Nós estamos mostrando menos informaçãos mais claramente.

o site da apple Link externo é um lider na elegância da simplicidade.

Esse tipo de layout funciona muito, mas muito bem. Cada vez que eu experimento o design simples da Apple, eu fico mais convencido que o design Zen é o Graal sagrado.

Como escolher o número de colunas.

Eu definitivamente recomendo que não use mais que 3 colunas, simplesmente por que você não deve usar mais do que precisa.

4. Topo diferenciado

Isso significa fazer o topo da tela (a marca principal e a área de navegação) diferentes do resto (o conteúdo principal)

Claro, isso não tem nada de novo, mas é uma boa idéia e tem sido usada sempre. Mas tem sido usada mais que sempre agora, e a divisão está cada vez mais forte.

Por que o topo diferenciado é bom.

O topo do site diz “Aqui é o topo do site”. Parece óbvio, mas é bom saber onde a página começa.

Isso também inicia a experiência do site com uma força. Isso é muito “2.0″. Nós gostamos de força, impacto.

Quando e como usar o topo diferenciado?

Em qualquer site, a marca e a navegação devem ser óbvias, impactantes e claras.

Então, é uma boa idéia criar um espaço no topo do site para posicionar a logo e a navegação.

Sempre coloque o logo em cima no topo. Eu sempre recomento também, colocar a navegação logo após o logo.

O topo deve ser visualmente diferente do resto do conteúdo. O jeito mais forte de fazer isso é usar um impactante e sólido bloco de uma cor diferente, mas existem alternativas.

5. Navegação simplificada.

Navegação permanente – a navegação global do seu site tem que aparecer em todas as páginas como um parte permanente do layout – tem que ser claramente identificado como navegação, e tem que ser fácil de interpretar.

  • Design 2.0 faz a Navegação global grande, impactante, limpa e óbvia.
  • Hyperlinks inline (links dentro de textos) são claramente diferenciados do texto normal

Por que navegação simplificada é bom.

O usuário precisa ser capaz de identificar a navegação, que vai dizer-lhe várias informações

  • Onde ele está (em um esquema de coisas)
  • Onde mais ele pode ir a partir daqui
  • E quais opções ele tem para fazer as coisas

Seguindo o princípio da simplicidade, e a diminuição geral do “barulho”, o melhor jeito de deixar claro a navegação é :

  • Posicionar os links permanentemente longe do conteúdo
  • Diferenciando a navegação usando cores, tons e formas
  • Fazer a navegação grande e impactante
  • Deixar claro o texto de cada link, sem ambiguidades

Como manter uma navegação simplificada?

Lembre-se sempre de uma coisa: Navegação tem que estar claramente diferenciada da não-navegação.

6. Logos impactantes.

Uma marca limpa, forte e impactante – incorporando atitude, tom de voz e primeira impressão – é ajudada por um logo impactante.

Por que?

Fortes, logos impactantes dizem “Aqui estamos nós” de um modo que nós podemos acreditar.

Quando e como ?

É muito difícil de dizer como criar um bom logo, mas em resumo…

Seu logo deve :

  • Funcionar em todos os contextos – incluindo panfletos e camisas
  • Ser reconhecível e diferente
  • Representar a personalidade e as qualidades da sua marca na primeira vez que ela é vista
  • Na segunda parte vou falar sobre tamanhos de textos, introdução dos sites, cores, superfícies, entre outras coisas.

 

Autor: Julio

Fonte: http://julioweb.wordpress.com/