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Posts de Agosto, 2007

Profissão Web Entrevista: René de Paula Jr

In Semântica, Usabilidade, acessibilidade on Quarta-feira, Agosto 15, 2007 at 3:34 am

Nesta quarta-feira teremos a participação de René de Paula Jr na seção Profissão Web Entrevista.  Na entrevista com René apresentararemos a visão do especialista em projetos interativos sobre a polêmica Web 2.0.

*René de Paula Jr é um especialista em projetos interativos que trabalha com internet desde 1996. Com passagens por grandes agências como AlmapBBDO, AgênciaClick, Wunderman, empresas como Sony e Banco Real e mais recentemente o Yahoo! Brasil, René tem como foco a criação, implantação e manutenção de projetos focados na participação do usuário, na formação de comunidades e na brand experience integrada.

Thiago Melo: O que é a Web 2.0?

René de Paula Jr: Como era a web antes da Web 2.0? Era assim: tinha muito conteúdo para você acessar, mas não passava disso, pois comentar, enriquecer, compartilhar era quase impossível. Se você quisesse publicar alguma coisa na web antiga, tinha que aprender um monte de coisas: HTML, FTP, Photoshop, etc. Se você publicasse seu conteúdo ele ficaria ilhado no seu site esperando que alguém o descobrisse. Era legal, mas faltava alguma coisa.

Sabe o que faltava? Você. Na Web 2.0 você pode comentar, alterar, contribuir e compartilhar com outras pessoas e, o que é mais legal, sem ter que aprender HTML nem nada.

Em suma: Web 2.0, para mim, é a web onde todos têm voz e ninguém tem a última palavra. )

Thiago Melo: O termo “Web 2.0” tem sido bastante utilizado para descrever uma segunda geração da web: O colaborativismo e a troca massiva de informações, mas este termo tem gerado inúmeras discussões. Por que as pessoas têm tanta dificuldade em aceitar este termo definindo o mesmo como um “golpe de marketing”?

René de Paula Jr: A resposta é simples: não tenho idéia ) É claro que dar um nome novo é uma maneira de marketear a história toda, mas que mal há nisso? Se o problema for só o rótulo e o buzz todo, para mim isso não é problema, pelo contrário: acredito que isso alavancou bastante nosso mercado. Se a questão for se há ou não algo novo, eu prefiro deixar que o Yahoo! Respostas responda… com milhões de respostas. D

Thiago Melo: Como diretor de produtos do Yahoo! você participou da criação de muitos serviços considerados Web 2.0. Quais foram estes produtos e como você acredita que eles mudaram a forma como as pessoas interagem com a web?

René de Paula Jr: Calma, calma ) Adoraria ter participado da concepção, gestação e parto de prodígios como o Flickr, Delicious ou mais recentemente do Yahoo! Respostas, mas como esses produtos nascem normalmente lá fora, meu trabalho sempre foi muito mais puericultura do que obstetrícia. )

Metáforas grávidas à parte, eu tive a chance de acompanhar o lançamento do Yahoo! Respostas no Brasil (excelente trabalho de Fabio Boucinhas e sua equipe). Foi fascinante, sobretudo pela resposta maravilhosa dos usuários brasileiros. Em pouquíssimo tempo já tínhamos um milhão de respostas, e rapidamente assumimos a vice-liderança mundial no seu uso. Emocionante, mesmo.

Assistindo de camarote como as pessoas utilizam esses serviços, o que me fascina é ver como as pessoas são donas do próprio nariz, como elas se apropriam das ferramentas e fazem com elas o que bem entendem. Criam suas próprias redes sociais, definem quem vê o quê, dão o sentido que bem entendem… Isso é genial, é como se fossemos a personagem do “Apanhador no Campo de Centeio” zelando pelas crianças que brincam livres.

Thiago Melo: Encontramos hoje na web modelos de serviços como a Wikipedia e o Yahoo! Respostas. Qual a sua opinião sobre a relevância das informações postadas nestes serviços?

René de Paula Jr: Uma das disciplinas mais difíceis da área interativa é a humildade. Quando eu finalmente chego à conclusão que entendi o que está acontecendo, os zilhões de usuários dão uma pirueta e me deixam de pernas pro ar. Eu já errei inúmeras vezes e me surpreendi outras tantas, e esse é um dos maiores encantos desse front que escolhi, e é justamente por isso que digo: a minha opinião é o de menos. Em serviços desse tipo, o juízo de valor não é privilégio de iluminados, mas é um direito de cada usuário envolvido. Se eles considerarem aquela informação relevante, não sou eu quem vai impor alguma coisa, não é?

Ok, é claro que existe um sem-número de questões complicadas, tais como veracidade, profundidade, legitimidade, etc., questões que nos perseguem desde que abrimos a boca para grunhir em sociedade, mas se esse saber cooperativo está crescendo tanto, eu tiro o meu chapéu e o saúdo.

Ainda nesse tema Web 2.0 há outras questões que me intrigam:

Colaboração não é a panacéia universal, por três razões:

  • Nem todo mundo está disposto a colaborar.
  • Quem quer colaborar/produzir/publicar é um minhoquésimo do universo de usuários.
  • Nem toda situação melhora com a participação coletiva. Você já pegou um semáforo pifado na Brasil com a Rebouças?

Existem pessoas 2.0? Eu duvido, e explico:

  • Pessoas são capazes de coisas bárbaras e de barbáries, é só uma questão de contexto.
  • Contexto algum vai fazer as pessoas serem capazes do que não são capazes.
  • Ainda nem entendemos a nossa própria versão beta.

Nem tudo o que é novo inova. Explico:

  • Inovar é mudar o mundo.
  • Muita novidade ou é fogo de palha ou simplesmente não vinga.
  • Muitas inovações revolucionárias nasceram de patinhos feios (o Orkut que o diga, ICQ idem).

Pirotecnias técnicas não trazem muita luz. Explico:

  • Quem gosta de tecnologia é tecnólogo. O resto da humanidade gosta mesmo é de ser feliz.
  • Se olharmos pra técnica, estamos olhando pro dedo que aponta a lua, e não para a lua.
  • Se olharmos pra técnica olhamos para o NOSSO dedo, e não pros outros zilhões de dedos que não estão nem aí pra técnica.

Olhando para trás, tudo faz sentido. Mas lá atrás, ninguém poderia imaginar. Explico:

  • Muitos projetos que hoje achamos geniais nasceram por serendipity total, quase como crimes préter-intencionais.
  • Se tem algo absolutamente imprevisível é o gosto popular: você nunca vai saber porque algo “bombou” ou bombou.
  • Cada usuário tem um mouse na mão. Eles são 1 bilhão. Estamos cercados.

Uma última consideração:

Há 10 anos atrás alguém me perguntou como eu me via no futuro. Eu disse: invisível, diluído, desnecessário, porque meu sonho é que no futuro não precisaremos mais de gurus. Well, mais um pouco eu chego lá. )

Por: Thiago Melo
Fonte:
http://www.profissaoweb.com/

5 Perguntas para 12 Designers

In CSS, CSS e XHTML, Firefox, SEO, Semântica, Usabilidade, Web Design, Web Marketing, Webstandards, acessibilidade, html, ie6 ie7, web2.0 on Quarta-feira, Agosto 15, 2007 at 3:31 am

Demorou, mas saiu. Fiquei na esperança de conseguir respostas de mais pessoas, mas não deu. Não tem problema. Os que responderam agradeço bastante e espero que esta listinha sirva de ajuda para outros que estão metidos nessa profissão que eu pelo menos sou apaixonado. A seqüência das respostas é quase aleatória, na tentativa de ser o mais democrático possível.

  1. Qual aspecto do design você mais prioriza?
  2. Que técnica utiliza com freqüência?
  3. Qual o tipo de letra preferido em seus projetos?
  4. Que livro de design considera obrigatório?
  5. Que site ou revista você lê diariamente?

1. Qual aspecto do design você mais prioriza? voltar

As respostas se dividiram entre o aspecto comunicacional e a funcionalidade, com o Fred misturando os dois e falando em interação. Em todos deu para perceber que o foco no usuário é lei e que o deslumbramento tecnológico já cansou.

Dos que focaram em comunicação:

Simplicidade. Quando mais simples, menor a complicação, melhor usabilidade e acessibilidade. Diego Eis

Comunicação. Usar a comunicação certa para o receptor, que passe a mensagem certa do transmissor. Caetano Neto

Relevância. Design é o dress code de uma peça de comunicação. Se não estiver correto para o público, não vai agradar. Se não agradar, foi inútil. Pense no tiozão na balada: suas roupas podem ser boas, caras e na moda. Se não apelam para o conjunto de referências da galera, serão simplesmente ridículas. Luli Radfahrer

A interação entre as pessoas proporcionada pelo Design. Frederick Van Amstel

E os que focaram em funcionalidade, facilidade de uso e que usaram o bordão “equilíbrio entre forma e função” (o que não torna a sentença menos correta):

Usabilidade e Estética. Parece clichê, mas não dá muito para fugir disso quando se fala em Design. Já que seu conceito é o equilíbrio entre a beleza e funcionalidade, eu procuro sempre focar na beleza da interface sem agredir sua facilidade de uso. Rodrigo Muniz

O usuário (user centered design). Considerando que processo de design é o equilibrio entre forma e função, o objetivo final sempre é o usuário. Henrique Costa

Usabilidade. Para mim a estética, a organização das informações, o conteúdo, os recursos, todos têm que estar a favor da facilidade de uso do site por parte do usuário. Walmar Andrade

Design significa, antes de tudo, projeto. Algo que surge para suprir um objetivo claro. Portanto, design não é arte porque é forma visando função. Resumo da ópera: funcionalidade. Chico Neto

Acessibilidade e Usabilidade. Não tenho tantas habilidades com programas gráficos, mas sempre prezo pela facilidade de uso. Desde a faculdade estudo muito acessibilidade, fazendo testes com deficientes visuais inclusive. Design não é para poucos! Rafael Dourado, eu

Compatibilidade + Usabilidade. Marcelo Glacial

Design não é nada. Funcionalidade é tudo! Quando se trata de internet vejo como aspecto principal do design o êxito do usuário em encontrar o que ele procura, em alcançar o que deseja, enfim, o design tem que tornar possível o objetivo do site numa linguagem visual atraente. […] Tony Conde

A usabilidade como foco principal e busco usar o desenho como a melhor expressão artística do “foco” do trabalho. […] Thiago Bessa

2. Que técnica utiliza com freqüência? voltar

Esta pergunta não foi específica de propósito. Obtive respostas bem interessantes focando na concepção do projeto e outras no seu desenvolvimento de fato. Para os que participaram, não dá para trabalhar com internet e ser preconceituoso nem prepotente, nem viver sem Photoshop. Mas viver sem o IE até que era uma boa.

Primeiro os que focaram na concepção do projeto:

Mente aberta: nunca assumo que sei NADA sobre um cliente, seu público, tendência ou tecnologia. Assim posso perguntar feito uma criança e, em vez de rotular, me fascino. Luli Radfahrer

Me colocar no lugar do usuário quando estou pensando ou mesmo projetando algo novo. Walmar Andrade

Uso da semiótica. Isto está aqui porque refere-se àquilo. E na composição dos trabalhos, vetores. Chico Neto

Etnografia virtual (fóruns de discussão etc), entrevistas, prototipação, testes com usuários… Frederick Van Amstel

Uso com freqüência a técnica de não usar nenhuma técnica e conseguir executar o que vejo que é necessário ao público do site e que também esteja ao gosto do meu cliente! Auehuaeh. Gosto de coisas simples. Estilo os menus dos celulares da nokia! Tony Conde

Mesclagem de algumas delas. A semiótica como principal, mas usando elementos do gestalt, usar a percepção visual como “arma” para prender a atenção do usuário, mas buscando sempre a criação de coisas úteis. “DIGA NÃO AO LIXO NA INTERNET”. Thiago Bessa

Os mais concentrados na execução dos trabalhos:

Image replacement. Seguida de perto pelo global reset hehehe. Mas esse último não conta, já que é padrão. Marcelo Glacial

Na codificação HTML tenho o costume de logo depois de começar o body inserir sempre o link de pular a navegação e ir direto para o conteúdo, ajuda para quem usa leitor de tela. No CSS é a já velha conhecida técnica * {margin:0; padding:0;} para zerar margin e pading de todos elementos para ter homogeneidade nos diversos browsers. Rodrigo Muniz

Técnica? CSS + HTML + JavaScript não obstrusivo, com um pouquinho de técnicas de acessibilidade e uma pitada de SEOHenrique Costa

Aqueles scripts que transformam o IE6 num browser um pouco melhor como o de :hover e o de png transparente. Rafael Dourado

Particularmente não gosto de usar o global reset. Não me incomodo com as pequenas diferenças entre os navegadores e acredito que fazer design para web é aceitar que o produto final é fluido, podendo ser personalizado, ter o tamanho do texto alterado, áreas bloqueadas etc.

Finalizando com os Visuais, “adobemente” falando:

No Photoshop uso freqüentemente o Filtro ‘Extrac‘ e a ‘Quick Mask‘ para aquela seleções cabeludas, literalmente (em caso de tirar o fundo de uma imagem na parte onde há pêlos). Rodrigo Muniz

Colagem, vetor e edição de foto. Caetano Neto

Gradientes e DropShandows dão uma aparência bem interessante. Não pode abusar para não se tornar muito carregado. Devem ser usados com um certo cuidado. Diego Eis

Degradês e vetorizações. Rafael Dourado

3. Qual o tipo de letra preferido em seus projetos? voltar

Esta pergunta acabou gerando algumas dúvidas e alguns responderam somente em relação às fontes da web como Arial, Verdana e Georgia e outros que abriram mais para as fontes usadas na composição do layout. Minha intenção era mais para a segunda situação, mas ainda é válido saber quem prefere serifada ou sem serifa.

Título: Trebuchet MS. Textos: Verdana. Marcelo Glacial

A boa e velha Arial. Henrique Costa

Trebuchet MS. Frederick Van Amstel

Trebuchet MS e Verdana ou Trebuchet MS e Arial. Depende muito do comportamento que será atribuído ao texto. Tony Conde

Deu leitura, passou a idéia do site, é essa. Particularmente, estou numa fase mais de fontes com serifa… acho que só ver sites com fontes sem serifa, ajudou. Caetano Neto

Para texto, qualquer uma sem serifa que se encaixe no desenho do site, abusando bastante da Verdana e Tahoma. Para imagens, de acordo com o desenho. Thiago Bessa

Minha tipografia favorita é aquela que melhor dialogar com o projeto. Mas, pessoalmente, tenho apreço maior por famílias sem serifas com hastes robustas. Chico Neto

O que for relevante e adequado. Tem cliente com cara de Caslon, de Interstate, de Frutiger, de Bembo. Isso não tem nada a ver com a tipografia escolhida para o logo ou comunicação visual de um cliente, mas com o estado de espírito de seu público. Luli Radfarer

Arial nos textos, pois assim posso deixar o corpo do texto um pouco maior (Verdana grande é horrível). Em situações com uso de imagens vai depender do cliente, mas tenho uma maior afeição pela Frutiger e Helvetica. Rafael Dourado

Gosto muito de usar Verdana, Trebuchet MS e Lucida Grande para projetos que são realmente textos. Quando o texto vai em uma imagem ou os títulos serão imagem, gosto de usar HUMANIST. Normalmente uso letras sem serifa. Combinam mais com o ambiente de web. Entretanto, fica muito interessante o uso de letras com serifa. O site fica mais elegante. Mas deve ser usado com moderação e deve haver um cuidado extra ao combinar com letras sem serifa. Diego Eis

Na web costumava usar Verdana 10px ou 11px para parágrafos, mas com os monitores e resoluções cada vez maiores estou tentando me acostumar a usar Trebuchet MS 12px com line-height 140% para parágrafos e Georgia 28px para títulos, mas em algumas interfaces a Verdana ainda impera. Para impressos Georgia e Times New Roman ainda são imbatíveis e são figurinhas fáceis no meu CSS para impressão. Nos logotipos Helvetica e Tahoma caem bem. Rodrigo Muniz

Tipografia na web não importa muito, pois o usuário pode chavear os estilos. Walmar Andrade

Deixei a resposta do Walmar por último de propósito. Discordo dele, pois a quantidade de pessoas que chaveam os estilos é mínima, e por mais que ele tenha essa escolha não quer dizer que a primeira opção deva ser menos cuidadosa. Se entrar na conversa a composição do layout então nem se fala. Mestre Walmar, explique-se melhor. hehehe

4. Que livro de design considera obrigatório? voltar

Excelentes dicas aqui. Steve Krug esteve em quase todos, só confirmando a alcunha de obrigatório. Engraçado foi a quantidade de livros sobre tipografia. Acho que em pouco tempo algumas das respostas da pergunta anterior mudarão.

Designing Interactions, Bill Moggridge Frederick Van Amstel

Elementos do Estilo Tipográfico de Robert Bringhurst. Diego Eis e eu concordo

O do Hollis, para história; o do Frutiger para iconografia; o do Bringhurst para tipografia… Um monte. O meu eu não recomendo mais: está muito velho. Tampouco recomendo os do Dondis e da Santaella, que não entenderam que design é comunicação e escrevem em chinês. A revista HOW tem livros introdutórios de primeira também. Luli Radfahrer

Atualmente, Pensar com Tipos. Chico Neto

Introdução à Análise da Imagem (Martine Joly): Aprender as ferramentas de design qualquer um aprende até lendo o help. Mas estudar semiótica é um divisor de águas. O livro faz muitas leituras de imagem é muito interessante como primeira leitura sobre semiótica.
Design Visual 50 Anos (Alexandre Wollner): Conheci esse livro por indicação do Chico Neto. Alexandre Wollner é só o primeiro designer brasileiro e ainda em atividade. Sua história de confunde com o desenvolvimento da profissão no país e é uma aula de técnicas de design e postura profissional. Ah! E ele tem um mau humor divertidíssimo. Rafael Dourado

Sou leitor compulsivo de monitor ) Mas acho que livros como Webwriting: Redação e Informação para a Web do Bruno Rodrigues e Não me faça pensar do Steve Krug são obrigatórios para qualquer profissional de webdesign, mesmo o primeiro não sendo focado em design. Rodrigo Muniz

Não me faça pensar! O livro é sobre Usabilidade mas acredito que hoje as pessoas precisam inverter a forma com que aprendem a fazer “design”. Primeiro é preciso entender que problemas de design se resolvem com o equilibrio entre a estética e a facilidade de uso. Muitos investem muito em estética e nada em “utilização”. Este livro todos deveriam ler! Henrique Costa. Walmar Andrade assina embaixo

Putz… Livro é difícil. Esse do Wollner que o Dourado citou é muito bom. Tô lendo o Design para Internet do Felipe Memória, tô gostando. Caetano Neto

Design para internet – Projetando a experiência perfeita / Felipe Memória. Tony Conde

Os clássicos, Memória, Nielsen, Steven.. (olha a intimidade.. hehe..) mas sempre lendo algo… movimentando sempre a mente… buscando novas referências para não cair na mesmice. Thiago Bessa

Não leio nenhum. O passo 5 explica o porquê. ) Marcelo Glacial

Tá bom, Glacial. Deixei por último para imendar com a desculpa. hehehe

5. Que site ou revista você lê diariamente? voltar

Vale exportar o OPML do Netvibes? CSS Mania, CSS Remix, CSS Based, CSS Beauty, entre outra galerias. E os blogs específicos: Tableless, Revolução, Fator W, Bittbox, Shauninman e Mezzoblue. Marcelo Glacial

Tenho uns 50 feeds assinados e os leio todo santo dia. Conheço quem tem mais de 500, mas só passa a vista em todos e lê o que interessa. Eu tenho esses 50 e tento ler todos sem exceção quase todo dia. Mas recomendo os sites de todos os que responderam a esta pesquisa. D Rafael Dourado

Google Reader vale? ) Revistas eu só dou uma olhada na Web Design, MTV e na Super Interessante quando vou na livraria rapidinho… É bem difícil um site de artigos e notícias que eu entre diariamente,
acho que só no Digg.com. Mas tenho outras dicas de sites que acompanho os feeds: Fator W do ex-gerente e amigo Walmar está cada dia melhor, A List Apart, A List Apart Brasil, Smashing Magazine, Ivo Gomes, Tá difícil, Tutoriais Photoshop
Para inspiração eles nunca falham: Web Creme, Open Web Design, CSS Mania e Logopond. Um boa busca no del.icio.us também resolve muita coisa. Rodrigo Muniz

Ai, pega a lista ali na home do meu Blog, deu preguiça D Luli Radfahrer

Bartelme Design, The Art of Adam Betts, e tem um monte de outros aqui. Diego Eis

Tenho muitos blogs agregados no meu Bloglines Fredrick Van Amstel

São tantos… Nos meus feeds têm inúmeros sites. Nunca tive a curiosidade de ver ao certo quantos são. Nem tem como ver agora também, não estou no meu pc! Mas acho que tudo começa pelo www.google.com.br rs Tony Conde

Mais de 2 centenas de blogs e alguns livros que sempre estão por perto… Henrique Costa

Nossa, assino uns 200 feeds e leio todos diariamente logo pela manhã. Entre os nacionais, o que acho mais interessante é o de Silvio Meira. Walmar Andrade

Tenho acompanhado mais blogs ultimamente. Embora acredite que não seja o mais visitado aqui, vou colocar o Uailab. Caetano Neto

Além dos blogs mestres, bomabessa ) , netlus, teoriaglacial e assino a revista web design. Ela é bem interessante, quando não atrasa 1 mês pra chegar é uma leitura boa e atual (a leitura, por que o site…). Thiago Bessa

Além do Netlus…?! Chico Neto

SIM, CHICO! ALÉM DO NETLUS!

Bom. Espero que tenha sido útil de alguma forma. Para mim foi. D

Autor: Rafael Dourado
Fonte: http://www.netlus.com.br/5-perguntas-para-12-designers/

Entregando projetos no prazo

In Dicas, acessibilidade on Terça-feira, Agosto 14, 2007 at 5:48 pm

Quando foi a última vez que algum cliente solicitou um trabalho seu e você entregou-o tudo certinho na data estipulada? Alguns talvez, consigam estabelecer as metas propostas e com isso ganha muitos pontos com os clientes. Entretanto, as pessoas ainda possuem certa dificuldade em estabelecer prazos e acabam por deixar o contratante aborrecido.  E isso é uma péssima situação para a reputação de qualquer profissional. Mas, quem nunca na vida deixou escapar alguma coisinha e deu aquela atrasada na entrega de um trabalho. Imprevistos sempre acontecem e por isso, na hora de estipular um dia para apresentação de algum projeto, sempre dê uma margem a mais de tempo. Uma ou duas semanas são suficientes para você se organizar e fechar todas as pendências. Esse tempo geralmente representa 10%/15% a mais do total em um projeto de médio porte.

Pensar em seu cliente é importante. Mais importante do que você imagina. Seja lá qual for o tipo de projeto que você irá se envolver. Nunca se pode esquecer que um cliente pequeno poderá te indicar para uma grande empresa ou mesmo para outro cliente de grande potencial. Então, trate-o como qualquer outro.

Como você se sentiu quando alguém quebrou um trato com você? Com que sensação você ficou? No mínimo, um pouco chateado. No mundo de hoje, o preço que se paga quando não se cumpre um determinado acordo é a perda total da confiança que as pessoas têm umas pelas outras. Elas ficam decepcionadas e você é quem se dá mal.

Pratique o hábito de entregar soluções no prazo. Você será muito mais feliz e deixará muito mais clientes satisfeitos. Um cliente feliz vale mais que 20 aborrecidos.

Posts relacinados – Leia mais:

Plugin do IE6 para Desenvolvedores Web by Yalli Oliveira on August 3rd, 2007
Essa semana, ao adquirir o livro .

A Importância dos Wireframes no processo de criação by Yalli Oliveira on July 30th, 2007
Para quem não sabe o que é wireframe: É uma espécie de rascunho ou esqueleto de uma tela que mostra onde vai ficar cada elemento de uma determinada interface(menu, logomarca, agrupamento de notícias, etc) facilitando nossas vidas no decorrer de projetos.

Acessibilidade na web by Yalli Oliveira on August 8th, 2007
Próxima semana estarei dando início a pesquisa e desenvolvimento de um projeto que contará no meu currículo como uma Iniciação Científica.

Fonte: http://www.webnatal.com/

15 erros que você deve evitar em um site

In CSS, CSS e XHTML, Firefox, Javascript, SEO, Semântica, Usabilidade, Webstandards, html, ie6 ie7 on Domingo, Agosto 5, 2007 at 6:32 pm

Introdução

Você já acessou um site e teve a sensação de que alguma coisa muito errada tinha sido feita ali? Ruim essa sensação, não é mesmo? Se você quer evitar que os visitantes do seu site tenham essa mesma impressão, fique de olho em alguns detalhes que podem derrubar seu projeto:

1 – Conteúdo importante em janelas pop-up

Hoje em dia mesmo os usuários menos experientes já têm bloqueadores de pop-up ativados nos navegadores. Se o conteúdo for realmente importante, não tente inventar moda: coloque-o numa página normal e garanta que ele será visto por todos os visitantes.

2 – Animações de abertura

Quando o usuário acessa um site, ele procura informação. Para ele, pouco importa se você aprendeu técnicas super legais no seu curso de Flash, ele quer acessar o site sem esperar. Por isso, evite as chamadas splash screens a todo custo. Mas se você não tiver mesmo outra saída – ou quando seu cliente insistir muito e não abrir mão da abertura – não esqueça de colocar um link de “pular animação” (que funcione!).

3 – Música no site

Em alguns tipos de sites, especialmente naqueles voltados para o público mais jovem, a música é uma ferramenta interessante. Porém, se não for bem projetado, esse recurso pode, na verdade, criar uma má impressão no usuário. Imagine se ele estiver escutando música? Ou se a caixa de som estiver ligada com o volume muito alto? Aqui vale novamente a dica: se não tiver outro jeito e a música for necessária, não esqueça de incluir os controles de volume, pause e stop.

4 – Site sem contato

Seu site não deve ser uma ilha isolada do resto da humanidade. Se você tem o que dizer na internet, deve dar às pessoas a chance de contatá-lo para criticar, elogiar ou acrescentar algo às suas idéias. Coloque um formulário e/ou um endereço de e-mail para o usuário entrar em contato. Já publiquei aqui no InfoWester uma coluna falando sobre como disponibilizar seu e-mail de forma eficiente no site.

5 – Desabilitar o teclado

Se você não quer que seu conteúdo corra o risco de ser roubado, não publique-o na internet. Utilizar códigos em JavaScript que bloqueiam o teclado ou o clique do mouse não impede a ação de usuários mal intencionados, e ainda atrapalha a navegação do visitante comum, que nada tem a ver com suas preocupações.

6 – Imagens mal tratadas

Antes de publicar imagens e fotos, trate-as num editor de imagens da maneira apropriada. Se for publicar uma galeria de fotos, por exemplo, gere os arquivos das miniaturas no tamanho apropriado. Não exiba imagens com tamanho diferente do original, ou seja, se a sua imagem tem 100×100 pixels, e você quer exibí-la com 50 pixels de largura, gere um novo arquivo com as dimensões corretas. Imagens “estouradas” (como a do logotipo do InfoWester ao lado) deixam a página feia e são mais demoradas para carregar, pois o navegador precisa processar o novo tamanho. Imagens com alta resolução também deixam a página pesada para carregar, o que pode fazer seu visitante desistir e ir para outro site.

7- Site que não funciona em qualquer navegador

Outro assunto que já tem sido tratado aqui desde a minha primeira coluna. É você que precisa se adequar ao computador do usuário, e não o contrário. Quem utiliza outros navegadores que não o Internet Explorer sabe bem como é frustrante acessar um site e não conseguir visualizar seu conteúdo ou todos os seus recursos porque foram projetados só para um navegador. Poucas pessoas têm a paciência de abrir outro browser para continuar navegando no site, ou pior ainda: muitos nem têm outro navegador instalado.

8 – Não testar seus links

Você já clicou num link que levou a uma página de erro? Já preencheu um formulário e ficou sem saber se ele foi enviado ou não? Chato isso… Não deixe que seu usuário tenha o mesmo problema: teste todas as suas páginas, especialmente depois de publicar o site no servidor. Leia mais no artigo Desenvolvimento do site: backup, testes e feedback.

9 – Erros de português

De novo, mais um item que eu venho citando desde o começo, mas não custa repetir. Se você quer que seu site seja levado a sério, disponibilize seu conteúdo num português correto, sem erros de gramática ou digitação. É claro que um erro ou outro pode escapar, afinal, errar é humano, mas se esforce para evitá-los.

10 – Disponibilizar um conteúdo que dependa de plugins

Hoje em dia a grande maioria dos usuários possui todos os plugins mais comuns instalados em seus computadores. Porém, não deixe que seu conteúdo dependa exclusivamente da exibição desses recursos. O visitante pode estar num computador mais antigo, ou ainda em algum computador onde não possa instalar nenhum plugin, e assim o acesso ao seu conteúdo fica comprometido. Sempre que possível, ofereça uma versão em HTML “normal” da sua página.

11 – Falta de atualização

Não deixe que seu visitante se sinta numa cidade fantasma do velho-oeste. Se você publica notícias no site, mantenha a atualização constante. Se o seu conteúdo é sempre o mesmo e não tem muito o que atualizar, dê sempre uma modificada nos detalhes do layout, adicione fotos novas, enfim, deixei seu site movimentado.

12 – Falta de cuidado com a tag <title>

Se você usa editores visuais, tome cuidado para não publicar uma página com títulos como Sem Título, Documento Sem Título ou untitled.html. É feio, dá a impressão de relaxo e descuido, e ainda prejudica seu site nos mecanismos de busca.

13 – Conteúdo sem referência

Quando publicar conteúdo de outro site, não esqueça de dar os devidos créditos ao autor, linkando a origem da informação, se possível. Notícias sem créditos passam uma péssima impressão, e você ainda pode acabar arrumando problemas com o verdadeiro autor da informação.

14 – Navegação complicada

Vivemos em um mundo agitado, onde as pessoas têm pressa. Elas querem que sua página carregue rapidamente, forneça as informações que elas procuram de forma quase instantânea e, caso precisem navegar, não querem se sentir perdidas com um menu “alternativo”. Às vezes apostar no tradicional é a melhor forma de acertar, por isso projete os menus de seu site de forma óbvia e objetiva.

15 – Esta página está em construção

Se você ainda não desenvolveu seu site completamente, não publique páginas “em construção” ou “breve”. GIFs animados então são o fim da picada! Se o conteúdo ainda não está disponível, simplesmente não coloque o link para ele.

Finalizando

A grande dica aqui é conhecer seu público e adequar seu site a ele. Músicas, vídeos e animações, tudo isso pode fazer toda a diferença, mas quando bem aplicado. Entender o seu público alvo, descobrir o que ele espera do seu site e equilibrar seu conteúdo com a aplicação consciente dos recursos que tem em mãos é uma combinação que pode ser a chave do sucesso de seu projeto.

Fonte: http://www.infowester.com/

Autor(a): Erika Sarti, em 16/04/2007.

Erika Sarti é web designer e trabalha como free-lancer desde 2000. É a responsável pelo novo layout do InfoWester, basicamente feito com tableless, um de seus assuntos preferidos. Seu portfólio está em www.erikasarti.net.

Simulador de Crawler

In Blogroll on Sexta-Feira, Agosto 3, 2007 at 6:46 am

Este serviço on-line simula e mostra como os robôs do Google e outros serviços de busca visualizam o conteúdo do seu site. Como você deve saber estes softwares robôs vasculham toda internet catalogando páginas e palavras relacionadas a elas. Verifique se o conteúdo que pode ser lido é realmente relevante. Quanto maior a quantidade de textos relavantes no seu site melhor será sua posição nos resultados de busca.
Visite: http://seobench.com/search-engine-crawler-simulator/

Fonte: http://neosite.ilogic.com.br/dicas

Nó cego eu?

In Diversos, Firefox, Usabilidade, Webstandards, acessibilidade, ie6 ie7 on Quinta-feira, Agosto 2, 2007 at 8:24 pm

É, nem eu acreditei no que aconteceu hoje, fui barrado em um site, serio mesmo, vo contar como aconteceu.

Estava eu lendo um artigo no http://www.codigolaranja.com.br e quando terminei de ler fui ate o rodapé do site e vi um botão com a seguinte frase “Mantedor: Embria Technologies”, resolvi clicar por curiosidade(semre faço isso :D ) e logo é aberta uma página que podemos ver abaixo:

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Achei muito estranho um empresa de tecnologia selecionar os seus clientes pelo navegador que usam.

Mas vamos criar um exemplo aqui, caso eu fosse uma empresa onde só se usa Software Livre? eu não teria o IE nas minhas máquinas né, conseqüentemente não poderia ser um cliente do site mostrado acima. Não estou afirmando nada, é o site da empresa que esta me dizendo que não posso acessar o pq uso o Firefox(com muito orgulho).

Galera, vamos fazer uma pesquisa rápida aqui, vocês concordam com a atitude da empresa? so precisa responder “Sim” ou “Não” e o pequena justificativa.

[]’s

Ausência

In Blogroll on Quarta-feira, Agosto 1, 2007 at 11:21 pm

Caros amigos, desculpe a minha falta de tempo para atualizar o blog, prometo que esta semana volto com força total :D

Para descontrair

Pane No Elevador

Num elevador estavam um argentino, um brasileiro, uma garota atraente e uma freira.

De repente, acaba a luz do prédio, o elevador pára e fica às escuras. Ouve-se o som de um beijo seguido de um tapa. Depois de alguns segundos a luz volta e todos ficam calados.

A freira pensa:

— Um dos dois deve ter beijado a garota e ela revidou com um tapa! Bem feito!

A garota pensa:

— Um dos dois deve ter tentado me beijar, acabou beijando a freira e levou um tapa!

O argentino pensa:

— Esse brasileiro de merda beijou essa mina e ela me deu um tapa pensando que fui eu!

O brasileiro pensa:

— Ah! Ah! Ah! Beijei a palma da mão e lasquei um tapa nesse argentino de merda!

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